Construção monta grupo de coalizão para destravar setor
Oito organismos ligados à cadeia produtiva trabalham em propostas para permitir a retomada do crescimento e a geração de empregos

Dia 26 de janeiro de 2018, o grupo Coalizão pela Construção se reuniu pela primeira vez, em Brasília, com o objetivo de propor medidas emergenciais ao governo federal, a fim de destravar o setor e permitir a retomada do crescimento. A frente é formada pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), Sindicato Nacional da Indústria do Cimento (SNIC), Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), Associação Nacional dos Comerciantes de Materiais de Construção (Anamaco), Instituto Aço Brasil, Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP), Sindicato da Arquitetura e da Engenharia (Sinaenco) e pela Força Sindical.
Segundo o presidente da CBIC, José Carlos Martins, temas como licenciamento ambiental, paralisação de obras, insegurança jurídica, distratos e o novo marco legal do saneamento básico precisam ser enfrentados para que deixem de ser entraves ao desenvolvimento da construção civil. “A indústria da construção está à beira de um colapso. Se nada for feito, o setor, que é um dos grandes empregadores, pode continuar encolhendo e derrubando o PIB brasileiro”, alerta. “Não há economia que se sustente com um de seus principais segmentos fechando com 6% negativo, como foi o caso da construção em 2017. Sem investimentos e sem o desenvolvimento do setor não há crescimento sustentável”, frisa Martins.
Em 2017, a cadeia produtiva da construção civil chegou ao fim do ano com 42% de sua capacidade instalada ociosa. Da mesma forma, o potencial de gerar empregos do setor concluiu 2017 com apenas 42%. “Há que fomentar o investimento, criando as condições para que a iniciativa privada execute os projetos que os cofres públicos não mais poderão custear. É preciso não perder de vista o essencial: construção é investimento e não existe investimento sem confiança no futuro”, completa o presidente da CBIC, alertando que o setor não está pedindo a destinação de recursos nem incentivo por meio de desonerações. “A ideia é apresentar uma pauta para que o investimento volte”, resume.
Propostas
Em resumo, as medidas do grupo Coalizão pela Construção são as seguintes:
Mercado Imobiliário
• Ter uma solução imediata para a Caixa atender as regras de Basiléia, pois o banco detém 70% do mercado de crédito imobiliário.
• Manter o direcionamento dos recursos da poupança.
• Manter seleção do PMCMV (programa Minha Casa Minha Vida), retirando quem não atende as exigências.
• Fazer seleção complementar, tendo como foco projetos prontos para iniciar.
• Regulamentar o distrato.
• Regulamentar a LIG (Letra Imobiliária Garantida) pela CVM.
Infraestrutura
• Liberar Imediatamente os projetos do PPI (Programa de Parcerias de Investimento)
• Agilizar o Programa de Concessões Municipais
• Publicar MP de concessão da manutenção de rodovias com baixo investimento (antigo CREMA)
Geral
• Propor reforma tributária que não onere quem gera emprego.
• Vincular a entrada de engenheiros e produtos estrangeiros à reciprocidade e à transferência de tecnologia, sem a exigência de financiadores e investidores brasileiros.
• Criar comissão interministerial estratégica para o setor da construção.
Medidas ao Poder Legislativo
• Aprovar o projeto de lei (PL 7.448/2017), do senador Antônio Anastasia, que trata de segurança jurídica.
Licenciamento Ambiental
• Aprovar o projeto de lei suplementar (PLS 441/2017), do senador José Medeiros, que fixa critérios para a paralisação de obras.
• Modernização da Lei de Licitações.
• Ajuste na Lei Geral da Microempresa.
• Tratamento diferenciado de licitantes (Empate Ficto).
Para Claudio Conz, presidente da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), o que o grupo Coalizão pela Construção faz é manter a tradição da indústria de levar questões propositivas ao governo. “Se com essas ações conseguirmos investir 5% do PIB podemos gerar 5 milhões de empregos. Para isso, não precisa de dinheiro do governo, mas apenas destravar o que impede o desenvolvimento”, finaliza Conz.
Entrevistados
Grupo Coalizão pela Construção (via assessoria de imprensa da CBIC)
Contato: ascom@cbic.org.br
Jornalista responsável: Altair Santos MTB 2330
World of Concrete é marco de tecnologias construtivas
Dentro do maior evento sobre concreto do mundo, seminários, congressos e workshops debateram o futuro da construção civil

Principal evento internacional dedicado ao concreto e argamassa, além de outros sistemas construtivos, o World of Concrete (WOC) promoveu de 23 a 26 de janeiro, em Las Vegas, no estado de Nevada-EUA, sua 44ª edição. Além da exposição de equipamentos inovadores para a construção civil, o WOC realizou paralelamente à exposição um amplo seminário sobre tecnologias construtivas, fundamentos de segurança e programas de treinamento que servem de referência mundial. Destaque para o workshop realizado pelo comitê ACI-ASCC 117 – Tolerâncias.
Esse comitê define as tolerâncias mínimas para lajes, paredes, colunas, vigas e escadas de concreto e está integrado à American Concrete Institute [Instituto Americano do Concreto] e à American Society of Concrete Contractors [Sociedade Americana de Empreiteiros de Concreto]. O objetivo do evento foi treinar o uso de scanners a laser para determinar conformidades com tolerâncias mínimas nestas estruturas. Do workshop saíram também as bases para a elaboração de uma norma técnica sobre equipamentos de scanner para estruturas de concreto.
O World of Concrete 2018 também apontou sete tendências para as quais a construção civil deverá estar atenta. A saber:
Automação
Depois da impressão 3D para concreto, as máquinas autônomas que concretam tendem a começar a surgir no mercado. Em parceria com a indústria automobilística, um dos primeiros equipamentos a ser robotizado é a betoneira. A projeção é de que essas máquinas sejam programadas à distância pelas concreteiras, sem sofrer nenhuma interferência humana no canteiro de obras, com à descarga do material e dosagem.
Mão de obra
Os países desenvolvidos prevêem uma escassez cada vez maior de trabalhadores interessados em atuar na construção civil. Isso abre duas frentes: 1) As vagas serão ocupadas por imigrantes de países mais pobres; 2) Apenas a mão de obra qualificada, preparada para atuar em canteiros de obras automatizados, sobreviverá no mercado, elevando também os salários.
Construção industrializada
As estruturas pré-fabricadas e pré-moldadas tendem a ganhar ainda mais mercado em 2018. A rapidez que elas dão às obras, além de trazer ganhos ambientais e envolver menos trabalhadores no canteiro de obras, é apontada como vantagem irrefutável.
Dados em tempo real
A tecnologia que permite aferir dados e diagnosticar problemas em tempo real nas obras, compartilhando informações online com todos os envolvidos, é outro ponto que tende a avançar em 2018. Com isso, deverão crescer os apps para smartphones, voltados a agilizar essa troca de dados.
Produtividade
Os métodos de construção que impulsionem a melhoria contínua em todas as etapas da obra, do projeto ao acabamento, andarão na frente cada vez mais. No World of Concrete, números comprovaram que a busca pela produtividade no canteiro de obras faz a diferença.
Estruturas mistas de madeira e concreto
Pode parecer impossível que concreto e madeira possam formar estruturas de edificações, mas, sim, eles são viáveis e o mercado da construção parece cada vez mais propenso a unir esses materiais para viabilizar edifícios. A alegação é que a madeira reduz a pegada de carbono do concreto e produz edificações mais adequadas às certificações sustentáveis.
Estruturas resilientes
Desastres naturais, como furacões, tornados, terremotos, incêndios florestais e enchentes, exigem edificações que sejam capazes de suportá-las. O concreto está bem equipado para atender a esse chamado, sobretudo para a construção de casas. No WOC se ouviu muito a seguinte expressão: “Vamos construir estruturas de concreto que ainda ficarão em pé muitos anos depois de termos ido embora”. O tema é tão atual, que em novembro de 2018, em Cleveland-EUA, haverá um congresso apenas para tratar de estruturas resilientes de concreto.
Confira uma amostra do que foi o World of Concrete 2018
Entrevistado
Reportagem com base nos releases publicados durante os quatro dias da feira World of Concrete
Contato: contactus@worldofconcrete.com
Crédito Foto: WOC
Jornalista responsável: Altair Santos MTB 2330
Transposição em SP supera a do São Francisco em tecnologia
Sistema Jaguari-Atibainha beneficia população de 20 milhões e deve ser concluído em 2020. Túnel linear de 6,4 quilômetros dá celeridade à obra

A crise hídrica que afetou o estado de São Paulo entre 2014 e 2016 desencadeou a maior obra de transposição de bacias hidrográficas do Brasil, superando em tecnologia e em população atendida a do rio São Francisco. A megaconstrução vai permitir que a água da represa do Jaguari, que faz a captação do rio Paraíba do Sul, seja lançada para a represa Atibainha, que integra o sistema Cantareira e abastece boa parte da cidade de São Paulo-SP e de sua região metropolitana.
O desafio à engenharia foi construir um percurso praticamente em linha reta, usando 6,4 quilômetros de túneis a 50 metros de profundidade, e mais 13,2 quilômetros em adutora. O projeto vai atingir 90% da execução em 2018 e a previsão é de que entre em operação em 2020. Mais de 20 milhões de pessoas serão beneficiadas. A obra é contratada da Sabesp (companhia de saneamento básico do estado de São Paulo) e o canteiro de obras conta atualmente com 300 trabalhadores atuando em três turnos - boa parte na escavação do túnel.
Diferentemente da tecnologia empregada em obras de metrô, onde é usado o shield, conhecido como “tatuzão”, as escavações na transposição Jaguari-Atibainha utilizam o método austríaco de tunelamento (NATM, na sigla em inglês), que emprega sistemas de suporte com concreto projetado. Com a tecnologia, o volume de solo escavado é somente o necessário para aplicação do revestimento.
Seu complemento se dá através de tirantes e cambotas. Além disso, o maciço que circunda o túnel, que inicialmente atua como elemento de carga, passa a se constituir em elemento de escoramento. Esse processo de escavação do túnel conta com mais de 160 profissionais, entre engenheiros civis, geólogos, encarregados de frentes de trabalho, motoristas, eletricistas, técnicos de meio ambiente, de qualidade e de segurança.
Além dos túneis, há ainda o assentamento de 13,2 quilômetros de adutoras, a construção de uma estação elevatória de água bruta (responsável por captar a água na represa e bombeá-la em direção ao tratamento) e uma subestação de energia elétrica. “Este é mais um grande exemplo da excelência da Sabesp naquilo que faz, vencendo obstáculos aparentemente intransponíveis com muita tecnologia e inovação”, ressalta o presidente da companhia, Jerson Kelman.
RJ e MG beneficiados
Quando estiver concluída, a interligação permitirá a transferência de água a uma vazão máxima de 8.500 litros por segundo da represa Jaguari para a Atibainha, e de 12.200 litros por segundo no sentido contrário. Na prática, significa que fenômenos como escassez ou excesso de água serão administrados com mais precisão e antecedência, garantindo assim o abastecimento de toda a população atendida pelos dois sistemas.
O empreendimento beneficiará também o Rio de Janeiro e Minas Gerais, já que os estados vizinhos a São Paulo também se utilizam das águas do rio Paraíba do Sul para se abastecer. A princípio, houve relutância de fluminenses e mineiros, mas um acordo selado no Supremo Tribunal Federal autorizou a transposição.
Trata-se da primeira obra de saneamento no Brasil sob o Regime Diferenciado de Contratação (RDC). O investimento de R$ 555 milhões é financiado pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). As obras são executadas pelo consórcio BPC, constituído pelas empresas Serveng/Civilsan, Engeform e PB Construções. O volume de concreto empregado está estimado em 35 mil m3.
Veja vídeo sobre a transposição Jaguari-Atibainha
Entrevistado
Sabesp (via assessoria de imprensa)
Contato: comunicacao_sabesp@sabesp.com.br
Crédito Foto: Youtube/Sabesp
Jornalista responsável: Altair Santos MTB 2330
Timão: há 20 anos treinando a mão de obra da construção
Programa criado pela Cia. de Cimento Itambé dissemina as melhores práticas, seja no canteiro de obras, nas empresas parceiras ou nas universidades

Dia 13 de fevereiro de 1998 foi lançado pela Cia. de Cimento Itambé o programa Timão. A proposta era simples: uma palestra para pedreiros e serventes de obras, a fim de que pudessem fazer o uso correto do Cimento Portland no preparo do concreto e da argamassa, sem desperdícios, no tempo permitido, com correto adensamento e cura adequada. Assim nasceu o Treinamento de Mão de Obra para a Construção Civil (Timão), que, ao completar 20 anos, tornou-se um dos mais bem-sucedidos programas voltados à qualificação na construção civil.
O Timão tornou-se abrangente e hoje contabiliza 2.213 palestras para 59.300 participantes, com média de 27 por palestra. A característica principal do programa é que ele atende a diversos públicos. Engloba desde os operários, passando por engenheiros civis, arquitetos e estudantes universitários. Inovador, leva a sala de treinamento ao canteiro de obra, às empresas parceiras e às universidades. As informações são passadas por uma equipe qualificada, que usa linguagem didática, utiliza ferramentas audiovisuais e faz demonstrações sobre como executar o trabalho.

Para Lycio Vellozo, diretor comercial da Cia. de Cimento Itambé, o Timão é um exemplo de como a empresa pode se relacionar não apenas com seus clientes, mas com a comunidade técnica que busca qualificação. “A abrangência dos treinamentos avançou do canteiro de obra para outros segmentos da construção civil – centrais de concreto, industrias de pré-moldados, artefatos de cimento, revendas e, por último, as universidades nos cursos voltados à construção civil”, afirma.
Atualmente, o Timão abrange vários segmentos. As palestras são moldadas de acordo com o tipo de atividade do cliente. Por exemplo, para concreteiras, o treinamento é dirigido para motoristas operadores de betoneiras, operadores de bombas de concreto, balanceiros, auxiliares de laboratório e vendedores. Neste caso, as palestras são mais técnicas, com aspectos que envolvem a produção de concreto e os cuidados de manuseio, tanto na central como na obra. O Timão também leva aulas práticas de laboratório para cursos de graduação e tecnólogos voltados à construção civil - engenharia civil, arquitetura, técnico em edificações e tecnologia em concreto -, atendendo toda a região sul do Brasil.
Convênios com universidades

Também há convênios, como os que existem com a Universidade Federal do Paraná (UFPR) e a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR). “Para o ano letivo de 2007 firmamos o primeiro termo de convênio com a Universidade Federal do Paraná, com o objetivo de estabelecer um intercâmbio técnico-científico para a utilização da estrutura técnica e equipamentos da Itambé - fábrica, mina de calcário e central de concreto, visando capacitar e desenvolver os alunos para os corretos preceitos de utilização do cimento e do concreto. Em 2011, foi a vez da Universidade Tecnológica Federal do Paraná receber o convênio”, diz o diretor comercial da Cia. de Cimento Itambé.
Para 2018, o Timão já traçou suas metas para continuar como referência e abranger ainda mais parceiros. “Queremos manter o programa com a média de 100 treinamentos para um público de 3.000 pessoas e fortalecer os convênios com as universidades”, assegura Lycio Vellozo, convicto de que o Timão seguirá prestando serviços relevantes ao abrangente setor da construção civil.
Solicite uma palestra do Timão. Clique aqui.
Entrevistado
Engenheiro civil Lycio Vellozo, diretor comercial da Cia. de Cimento Itambé
Contato: asstec@cimentoitambe.com.br
Crédito Fotos: Cia. de Cimento Itambé
Jornalista responsável: Altair Santos MTB 2330
Inverno russo é obstáculo aos estádios da Copa 2018
Além do frio, problemas com projeto, falência de empreiteira, impasses políticos e acidentes também ajudaram a retardar as obras

A Copa do Mundo começa dia 14 de junho e a Rússia encara um dilema parecido com o que o Brasil enfrentou em 2014: o cronograma de conclusão dos estádios está atrasado. Dos 12 palcos do mundial 2018, apenas cinco foram concluídos e testados. Para dificultar, a engenharia russa ainda enfrenta um inimigo extra: o inverno, que neste ano foi menos rigoroso, se comparado a outras regiões da Europa, mas mesmo assim com temperaturas que superam facilmente os 20 ºC negativos.
Prevendo problemas, as equipes de planejamento conseguiram concluir todas as fases de concretagem e instalações de estruturas pré-fabricadas antes que o frio chegasse. O que ficou para o período mais rigoroso do inverno foram as etapas relacionadas à montagem de estruturas metálicas. Mesmo assim, quatro obras ainda preocupam a Fifa. São as que envolvem os estádios Kaliningrado, Nizhny Novgorod, Samara e Mordovia. A tendência é que as instalações fiquem prontas a menos de um mês da Copa e que sejam testadas durante o evento.

O estádio Samara é, indiscutivelmente, o que mais preocupa o comitê organizador da Copa 2018. Além de seus custos terem aumentado 40 milhões de euros (cerca de 140 milhões de reais) em relação ao orçamento original, a construção sofreu com um incêndio no canteiro de obras em agosto de 2017. Além disso, o arco metálico que envolve a cobertura teve uma série de revisões no projeto. A promessa é que o estádio ficará pronto para receber jogos do mundial, mas seu entorno não, ou seja, não haverá sequer área para estacionamento.
O segundo estádio mais problemático é o Mordovia. Entre 2013 e 2015, a obra praticamente não andou. Havia dúvidas se valeria a pena construir uma arena em uma região que não tem o futebol como um dos esportes mais praticados, como é Saransk – às margens do rio Volga, no centro da Rússia europeia. A Fifa não permitiu a desistência, mas autorizou que a capacidade do estádio fosse reduzida para 28 mil lugares. A corrida, agora, é para realizar um evento-teste em abril de 2018.
Corrida contra o tempo

Outro estádio na região do Volga que enfrenta atrasos no cronograma é o Nizhny Novgorod. Tubulações de gás que passam embaixo da obra explodiram em outubro de 2017, danificando parte das estruturas e exigindo que fossem refeitas. A sorte é que os estragos não afetaram fundações nem outros componentes de concreto. O ritmo de obras será retomado com intensidade em fevereiro de 2018 para que, até maio, a arena possa ser testada.
O mesmo ocorre com o estádio Kaliningrado. Localizada na ilha de Oktyabrsky, a obra sofreu com a falência da empreiteira que havia sido contratada. O projeto teve que ser revisado e enxugado. A ideia de construir um teto retrátil acabou descartada e a capacidade foi reduzida. As obras só foram retomadas em setembro de 2015, com um cronograma bem apertado. Mesmo assim, o comitê organizador avalia que em abril o estádio será submetido a um evento-teste.
Os estádios 100% concluídos e testados são Arena Kazan, Arena Sochi, Arena Spartak, Arena Luzhniki e Arena São Petersburgo. Já as instalações que estão em fase final de conclusão são a Arena Volgogrado, a Arena Rostov e a Arena Ekaterinburg.

Entrevistado
Reportagem com base no relatório mensal (dezembro de 2017) da Fifa, sobre as obras para a Copa 2018
Contato: http://es.fifa.com/media/contact-fifa.html
Crédito Fotos: Fifa.com
Jornalista responsável: Altair Santos MTB 2330
Atendimento médico melhora e chega ao canteiro de obras
Pesquisa mostra que empresas investem mais em saúde e trabalhadores da construção civil estão mais conscientes em prevenir doenças e acidentes

Com base nas metodologias da Classificação Internacional de Doenças e Problemas Relacionados à Saúde (CID 10), estabelecida pela Organização Mundial de Saúde (OMS), o Seconci-SP (Serviço Social da Construção) avalia que trabalhadores do setor, com idade entre 40 anos e 59 anos, são os que ficam mais expostos a doenças adquiridas nos canteiros de obras.
Por outro lado, a amostragem revela que o atendimento médico está chegando com maior profusão e qualidade aos locais de trabalho. “Os dados refletem os investimentos que as empresas vêm fazendo nos últimos anos para oferecer atendimento qualificado de saúde aos seus funcionários”, explica Norma Araújo, superintendente do Iepac (Instituto de Ensino e Pesquisa Armênio Crestana) do Seconci-SP, e responsável pelo levantamento.
Entre os problemas que mais afetam os operários estão as doenças do sistema osteomuscular (lesões, torções ou fraturas por queda) e do tecido conjuntivo (doenças de pele, em sua maioria). São casos diretamente relacionados ao não-uso ou ao uso incorreto de EPI (Equipamentos de Proteção Individual).
Porém, a pesquisa também detectou um ponto positivo nos dados. Não são apenas trabalhadores acidentados que estão procurando atendimento médico. Cresceu os que buscam prevenir doenças. “Isso é fruto das campanhas de conscientização. São ações em que os médicos vão até o canteiro de obra e fornecem orientações. Isso desperta o interesse desse público por prevenção, visando mais qualidade de vida no longo prazo”, explica Norma Araújo.
No levantamento do Seconci-SP, cujos dados refletem uma tendência nacional, as funções que mais demandam exames são as ocupadas por serventes de obra e pedreiros. De 51.244 consultas pesquisadas, os serventes de obra responderam por 12,1% e os pedreiros por 9,4% dos atendimentos. Vale ressaltar que os números referem-se a trabalhadores que procuram consultórios, clínicas e hospitais que possuem convênios com o Seconci-SP, o qual concentra a base de dados da pesquisa.
Homens são maioria
Entre os problemas que mais levam a mão de obra da construção civil a buscar auxílio médico estão dores nas costas, nas juntas e inflamações de ombro e tendões, que correspondem a 30,1% dos casos. Já as doenças respiratórias, como faringites, amigdalites, sinusites, gripes e viroses, respondem por 12,8% dos atestados.
Sendo a maioria dos usuários trabalhadores da construção civil, os homens respondem pela maioria das consultas: 87,1% contra 12,9%. Já por faixa etária, os homens entre 40 e 49 anos são os que mais procuraram a assistência médica, com 28%, seguidos pelos mais velhos, entre 50 e 59 anos (24,4%). Na sequência, os com idade entre 30 a 39 anos (20,9%).
No caso das mulheres, a prevalência fica entre as pacientes de 18 a 29 anos (21,90%), seguidas pelas de 30 a 39 anos (12,9%) e 40 a 49 anos (11,5%). Norma Araújo salienta que a conscientização dos trabalhadores e o investimento das empresas em saúde resultam em mais produtividade e menos acidentes nos canteiros de obras.
Entrevistado
Seconci-SP (Serviço Social da Construção) (via assessoria de imprensa)
Contato: comunicacao@seconci-sp.org.br
Crédito Foto: Sinticompi
Jornalista responsável: Altair Santos MTB 2330
Em 2018, comitê da construção prioriza 10 normas técnicas
Há 32 documentos sendo trabalhados simultaneamente, com destaque para a conclusão da Norma de Desempenho e a de saídas de emergência

Atualmente, o CB-002 (Comitê Brasileiro da Construção Civil) tem 32 normas em processo de revisão e criação. Destas, pelo menos 10 devem ser publicadas neste ano, segundo o superintendente do comitê, o arquiteto Salvador Benevides. Duas delas são prioridades: a conclusão da ABNT NBR 15575 - Desempenho de Edificações -, no que tange às partes 2 e 4, referentes a desempenho térmico, e a revisão da ABNT NBR 9077 - Saídas de Emergência. Na entrevista a seguir, Benevides explica como está a agenda do CB-002 para 2018. Confira:
Quais as prioridades do CB-002 em 2018?
Nossas prioridades continuarão sendo de atender a demanda das normas advindas da sociedade e do setor com a maior celeridade possível. Para isso, estamos tentando melhorar nossos processos internos. A própria ABNT tem ajudado, ao incentivar essas melhorias recorrentemente.
Em termos de normas técnicas, quantas estão em processo de revisão para serem publicadas em 2018?
Atualmente, estamos com 32 normas sendo trabalhadas simultaneamente, com previsão de pelo menos mais de uma dezena para serem publicadas em 2018.
Existe a expectativa de serem criadas novas normas técnicas neste ano?
Sim. A demanda sempre existe advinda da sociedade, através da ABNT ou do próprio setor. Não temos ainda nomes, mas com certeza acontecerá a abertura de novas normas. Mas a maioria envolve revisões de normas já existentes do nosso acervo, que atualmente contém mais de 100 normas.
Destas normas estimadas para 2018, tanto as em processo de revisão quanto as novas que podem ser criadas, qual o senhor considera a mais relevante?
Com certeza a ABNT NBR 15575 - Desempenho de Edificações -, pela sua importância e pela abrangência que imprime no setor, e a ABNT NBR 9077 - Saídas de Emergência.
A CBIC encaminhou sugestão para melhorar o processo de normalização ao CB-002. Que sugestões seriam?
A CBIC é muito atuante, inclusive criou um grupo de apoio de normas, denominado GANT (Grupo de Apoio às Normas Técnicas), liderado pelo engenheiro Roberto Matozinhos, do SindusCon-MG, para auxiliar o setor e estar atento aos assuntos relevantes sobre normas técnicas. Tem nos ajudado muito e, inclusive, essa ação incentivou a criação de outros GANTs regionais – atualmente, existem mais de dez pelo Brasil. A todo instante eles colaboram com sugestões, a maioria para tentar dar celeridade e melhorias aos processos. Vale destacar também a importância das universidades nos processos de normas técnicas. Muitos professores importantes participam como colaboradores, coordenadores e secretários de normas. Inclusive um professor da UNIVALI de Itajaí-SC, o engenheiro Rafael Possobon, criou um grupo de trabalho especificamente para normas, formado por alunos da graduação de engenharia. São mais olhos para acompanhar as normas e ajudar o setor.
Hoje, quais as maiores dificuldades que o CB-002 enfrenta para a normalização?
A baixa celeridade dos processos. Os assuntos são muito densos, tecnicamente complexos e não são resolvidos rapidamente. As discussões são longas e desgastantes, e nossa estrutura gerencial, hoje resumida a secretária técnica-executiva e a mim, nos deixa sempre sobrecarregados, pois são muitos assuntos distintos e muitas informações dinâmicas que requerem disciplina e atenção aos movimentos de todas as CEs (comissões de estudo) em andamento.
Quais normas técnicas sob a guarda do CB-002 estão mais defasadas e carecem de revisão urgente?
A ABNT NBR 9077 - Saídas de Emergência de Edifícios - está desde 2001 sem alterações. É uma das que considero mais importante, por se tratar de segurança de pessoas. Mas já está previsto entrar em revisão entre fevereiro e março deste ano.
O CB-002 mantém intercomunicação com outros comitês, como o CB-018, por exemplo? Caso sim, quais as vantagens desta troca de informações?
Mantemos sim, e é muito importante. Nossa relação não é só com o CB-018, mas com todos os CBs que fazem interface com os assuntos do nosso acervo. Eles são muito importantes e suas sugestões e participações em temas relevantes ao setor são sempre bem-vindas. A união das experiências é um grande agente facilitador e, em algumas situações, um conhecimento de um CB complementa o outro.
A construção civil incorporou recentemente termos como sustentabilidade, produtividade, industrialização e automação. Como o CB-002 se movimenta para atender esses novos requisitos da construção civil?
As normas são constantemente revisadas, tendo seu conteúdo atualizado. Quem provoca essa demanda é o próprio setor da construção civil e ele está muito atento às mudanças. Quando é necessário, nós mesmos do CB-002 os alertamos, através de suas instituições específicas de cada área.
O ideal é que uma norma técnica leve quanto tempo desde a elaboração até a publicação?
A ABNT nos recomenda que seja de 12 a 18 meses, mas pela complexidade dos temas do CB-002, que envolve projeto e execução, e conta com a participação e o envolvimento de um grande público das partes interessadas, esse prazo não tem sido alcançado em sua maioria. Temos levado, em média, 40 meses para elaborar ou revisar uma norma técnica, e em alguns casos até mais tempo. Cada norma tem uma característica e complexidade diferentes. O conjunto de Normas de Desempenho de Edificações, por exemplo, levou 13 anos até sua publicação, pois tem interface com todas as normas do acervo do CB-002 e de outros CBs, como o CB-018, CB-024, CB-178, etc.
Entrevistado
Arquiteto Salvador Benevides, superintendente do CB-002 (Comitê Brasileiro da Construção Civil)
Contato: salvador@projetoengenharia.com.br
Crédito Foto: ABNT/CB-002
Jornalista responsável: Altair Santos MTB 2330
23/01/2018
Startup une esforços por projetos arquitetônicos sociais
Maratona juntou programadores com estudantes de engenharia e arquitetura para gerar melhorias habitacionais em Recife-PE
Em novembro de 2017, em Recife-PE, aconteceu a Hack.Habite - a primeira hackathon da construção civil no país -, com o propósito de gerar melhorias habitacionais e alternativas mais eficientes para projetos arquitetônicos para as classes C e D. O evento foi promovido pela Habite (startup especializada em democratizar serviços de arquitetura), a Trampolim Academy (plataforma de experiências e conhecimento em Design) e o Porto Digital (parque tecnológico instalado na capital pernambucana).

Um dos objetivos foi criar projetos que permitissem microempreendedores individuais adaptar suas residências para ter um espaço de trabalho dentro da habitação. A Hack.Habite contou com a participação de 30 estudantes de engenharia civil, arquitetura e design, que atuaram em conjunto com programadores para propor soluções aos problemas habitacionais apresentados. Recife-PE foi a escolhida, não pela Habite estar localizada na cidade, mas também por ter cerca de 250 mil moradias em condições inadequadas de habitação.
A primeira hackathon da construção civil teve 54 horas de duração. Na fase inicial da maratona, os estudantes tiveram que ir às comunidades para entender as necessidades dos microempreendedores e suas dificuldades de produção, diante da situação habitacional, social e econômica vulnerável do lugar onde moram. Os assistidos pelo projeto moram em habitações de interesse social e as reformas propostas precisavam se alinhar à renda dos moradores. O desafio era criar um espaço de trabalho sem prejudicar os demais cômodos de convivência comum das casas.
Outros programas envolvidos

Três projetos-piloto foram priorizados e terão as obras iniciadas em março de 2018. Entre os microempreendedores escolhidos está a doceira Dayane, que terá sua cozinha reformada para permitir que ela consiga produzir sem interferir na rotina da casa. A reforma será subsidiada e envolverá a Plan International - ONG voltada à proteção de crianças jovens e adolescentes -, a qual desenvolve o programa Jovens Construindo o Futuro. Trata-se de um projeto que busca qualificar para o mercado de trabalho quem se encontra enquadrado no estereótipo da “geração nem nem” (aquela que nem estuda nem trabalha).
Neste caso, jovens que estão se qualificando para atuar na construção civil é que irão atuar como mão de obra nas reformas, supervisionados pelos especialistas da ONG. Há um cuidado especial com o projeto nascido na Hack.Habite, pois está sendo aplicada a metodologia design thinking, baseada em pesquisas, brainstorms, seleção de ideias e prototipagem, a qual permitirá levar os conceitos aplicados nas casas que fazem parte do projeto-piloto para outros programas voltados à recuperação de habitações de interesse social.
Entrevistados
Habite, Plan International, Porto Digital e StartSe – aceleradora de startups (via assessorias de imprensa e redes sociais)
Contatos
plan@plan.org.br
portodigital@portodigital.org
@habitesocial
www.facebook.com/habitesocial
CréditoFotos: Habite
Jornalista responsável: Altair Santos MTB 2330
Manual Bloco Certo orienta a construir com qualidade
Parceria entre Gai Blocos de Concreto, Cia. de Cimento Itambé e ABCP ajuda a propagar as vantagens de usar blocos da família 11,5 na alvenaria

O manual traz dicas úteis e informações importantes para orientar a aplicação adequada do sistema, garantindo maior eficiência e qualidade do serviço. O guia serve como material de apoio, mas é indispensável o acompanhamento de um engenheiro civil para garantir a aplicação correta do que é descrito no manual Bloco Certo. “O sistema, complementado com o manual, apresenta flexibilidade de uso. Sua facilidade de modulação permite atingir desde pequenas construções até as de alto nível de complexidade”, explica Jorge Gai, diretor da Gai Blocos de Concreto.
A opção pela família 11,5 de blocos de concreto se deve à facilidade de modulação, praticidade e versatilidade no sistema, o que possibilita entregar a melhor relação custo x benefício quando o assunto é alvenaria. “No geral, construir com blocos de concreto sempre é mais vantajoso. Mas com o sistema Bloco Certo, os níveis de economia, produtividade e sustentabilidade (obra limpa) são aumentados. A praticidade do sistema, composto por quatro peças-base, permite levantar a alvenaria como se fosse um LEGO®, de forma simplificada”, diz Jorge Tadeu Gai.
Três vezes mais produtividade
Comparativamente à alvenaria convencional, que utiliza blocos cerâmicos, o sistema Bloco Certo triplica os ganhos de produtividade no canteiro de obras. Além disso, há a economia com revestimento, o que impacta significativamente no valor final da construção. Sem contar que um profissional consegue produzir em média 30 m² por dia de alvenaria. No entanto, é preciso estar atento à qualidade dos blocos de concreto. Fabricantes que possuem o Selo de Qualidade ABCP e que estejam inscritos no Programa Setorial de Qualidade (PSQ) têm a garantia de que estão oferecendo produtos certificados.
A importância de adquirir blocos de concreto com qualidade e contratar mão de obra que conheça o sistema Bloco Certo facilita na modulação, no uso de gabaritos de portas e janelas e também nas instalações hidráulicas e elétricas. “As vergas e contra vergas são facilmente executadas através das canaletas, agilizando o processo da alvenaria. As instalações podem ser embutidas nos vazios dos blocos, tornando a obra muito mais limpa e organizada”, destaca Jorge Tadeu Gai, salientando ainda que a família 11,5 atende aos requisitos mínimos da Norma de Desempenho (ABNT NBR 11575). Basta seguir o manual Bloco Certo. Para solicitar a versão em pdf, envie email para a Assessoria Técnica da Cia. de Cimento Itambé - asstec@cimentoitambe.com.br.
Entrevistado
Jorge Tadeu Gai, diretor da Gai Blocos de Concreto
Contato: jorge@gai.com.br
Crédito Foto: Gai Blocos de Concreto
Jornalista responsável: Altair Santos MTB 2330
Aeroportos do PR são os mais contemplados com reformas
Oito terminais receberam recursos federais para ampliar pistas, reformar salas de embarque e desembarque, além de outras estruturas
Além do aeroporto Afonso Pena, eleito o melhor do país, os terminais regionais aeroportuários do Paraná estão entre os mais contemplados com recursos para reformas. Encontra-se em processo de ampliação e melhorias de infraestrutura os aeroportos de Londrina, Maringá, Cascavel, Foz do Iguaçu e Ponta Grossa. Também serão preparados para receber voos comerciais os terminais de Pato Branco, Umuarama e Guarapuava. A modernização envolve recursos federais e estaduais. Somados, os aportes chegam a quase 500 milhões de reais. A expectativa é de que boa parte das obras seja finalizada em 2018.

Londrina está em fase final, Maringá e Cascavel terão as pistas ampliadas e Foz do Iguaçu ganhará um novo pavimento em sua área de pouso, que possui 2.195 metros de comprimento e 45 metros de largura. Haverá a substituição do asfalto em todo o trecho, junto com o trabalho de fresagem. Segundo a Infraero, a restauração da pista vai permitir nova certificação operacional, a fim de que o aeroporto se enquadre aos padrões internacionais de segurança. Em 2017, passaram pelo terminal de Foz do Iguaçu mais de dois milhões de passageiros. O crescimento em comparação a 2016 foi de 12%.
Ao longo de todo o ano de 2018, o aeroporto de Foz do Iguaçu estará em reforma. O investimento será de 10,7 milhões, mas a principal obra segue adiada: ampliar a pista para 3.450 metros de comprimento e 60 metros de largura, além de recapeá-la com concreto, usando a tecnologia whitetopping (camada de concreto sobre asfalto). Isso possibilitaria ao terminal receber voos internacionais regulares, charters e de cargueiros, operados com aeronaves da família Airbus A-330/340 ou Boeing 747. O valor estimado desta ampliação é de R$ 78 milhões e também depende da desapropriação de terras no entorno do aeroporto.
Maringá e Londrina
Em Maringá, a ampliação da pista do aeroporto regional Sílvio Name Júnior está garantida. A área de pouso e decolagem será estendida em 280 metros, passando de 2.100 metros para 2.380 metros de comprimento por 45 metros de largura. Com a obra, o terminal poderá receber aviões como o Boeing 757-300, com capacidade superior a 200 lugares. Atualmente, a maior aeronave que pousa em Maringá é o Boeing 737-800. O valor do investimento é de R$ 119,35 milhões, dos quais R$ 112,08 milhões vêm do ministério dos Transportes e R$ 7,27 milhões do município. A reforma já está em andamento e será concluída até a metade de 2019.
Outra ampliação de pista vai ocorrer no aeroporto de Ponta Grossa, conhecido como Aeroporto de Sant’Ana. O investimento de 4,862 milhões de reais permitirá que o terminal receba voos comerciais. Já Cascavel ganhará melhorias no terminal de passageiros, dobrando a capacidade de 200 mil pessoas por ano para 400 mil/ano. Em Londrina, as novas salas de embarque e desembarque entraram na fase final de execução. A ampliação vai triplicar a capacidade do terminal. Por ano, as chegadas e saídas de passageiros na cidade do norte do Paraná ultrapassam um milhão. A previsão é que a reforma seja concluída no primeiro semestre de 2018.
Entrevistado
Ministério dos Transportes, Portos e Aviação Civil (via assessoria de imprensa)
Contato: imprensa@aviacaocivil.gov.br
Crédito Foto: AEN









