Plataforma Troll

Maior plataforma de gás em alto-mar

Maior plataforma de gás em alto-mar
Maior plataforma de gás em alto-mar

A plataforma Troll, localizada na costa da Noruega no Mar do Norte, é o objeto móvel de maior peso criado pelo homem. O peso seco da estrutura é de 656.000 toneladas e possui 369m de altura. Foram utilizados 245.000 metros cúbicos de concreto (o equivalente a 215.000 fundações de casas de médio porte) e 100.000 toneladas de aço (aproximadamente 15 Eiffel Tower).
Esta plataforma foi construída por Norwegian Contractor em Julho de 1991. A plataforma, propriedade da Shell, custou mais R$ 1.315 milhões de reais.


Nome: Troll
Peso: 656.000 toneladas
Local: Costa da Noruega, Mar do Norte (mar do Oceano Atlântico)
Data: 1996

Fonte: Guinness World Records

Créditos: Vanda Pereira Cúneo - Assistente de Marketing


Construindo Melhor

Ao armazenar uma nova carga de cimento, lembre-se de dispor os sacos mais velhos na frente.
Assim os cimentos mais antigos são consumidos primeiro e reduz-se o risco de empedramento do produto.

Créditos: Engº. Carlos Gustavo Marcondes - Assessor Técnico Comercial Itambé


Concresart visita a Itambé

Diretores e clientes da concreteira do Rio Grande do Sul vieram para conhecer o processo de produção do cimento

Jazida Rio Bonito
Jazida Rio Bonito

Na manhã do dia 24 de abril, o sócio-gerente e o responsável pelo departamento de vendas da Concresart, Ascanio Sartori e Claimar Fontanive, além de clientes convidados, visitaram as instalações da fábrica da Itambé. Eles vieram de Garibaldi, no Rio Grande do Sul, para conhecer o processo de produção do cimento.

Inicialmente, o coordenador do departamento de logística da Itambé, Diógenes Karas, explicou como funciona o cadastro e o carregamento na fábrica. Em seguida, os visitantes dirigiram-se para as pilhas de calcário, silos de matérias-primas e fornos.

Nos laboratórios químico e físico, conheceram os equipamentos utilizados para a realização dos ensaios. Também acompanharam os procedimentos internos de controle, necessários para assegurar a qualidade do produto final e atender as exigências das normas brasileiras.

Na ensacadeira, presenciaram o funcionamento do auto-pack, equipamento com capacidade de ensacar aproximadamente 2.400 sacos de cimento por hora.

À tarde, os diretores e clientes da Concresart dirigiram-se para a Mina Rio Bonito, localizada a 24 quilômetros da fábrica. No local, foram recepcionados por uma equipe formada por geólogos, técnicos de segurança e de produção, que em uma rápida palestra explicaram o processo exploratório do calcário e os futuros projetos da mina.

Para o Sr. Ascanio Sartori, a visita representou uma oportunidade de estreitar as parcerias com seus clientes e apresentar a integridade da principal matéria-prima utilizada em sua concreteira. “Foi uma experiência única para a maioria, que conhecia o processo produtivo do cimento apenas através de vídeos. Todos ficaram impressionados com a estrutura da fábrica e elogiaram a Itambé por abrir suas portas, apresentar os setores de forma transparente e tratá-los como membros de uma grande família”, elogiou Sartori.

Para solicitar o agendamento de uma visita à fábrica da Itambé basta acessar o site e clicar no link A Itambé - Visita à fábrica (http://itambe.midiaweb.com.br/assessoria/servico-de-visita-a-fabrica) e preencher o formulário. A solicitação será avaliada e respondida pela equipe técnica da Itambé.

Créditos: Engª. Naguisa Tokudome - Assessora Técnico Comercial Itambé

Jornalista responsável – Altair Santos MTB 2330 – Tempestade Comunicação


Crescendo em ritmo industrial

Construção civil voltada para o setor industrial prevê manter o ritmo de desempenho registrado em 2008

Iria Lícia Oliva Doniak: soluções habitacionais passam por sistemas construtivos industrializados
Iria Lícia Oliva Doniak: soluções habitacionais passam por sistemas construtivos industrializados

A construção industrial vai bem, obrigado. O setor prevê mais expansão em 2009 e avalia que terá muito trabalho nos próximos anos, por conta do crescimento da logística das empresas, e da Copa do Mundo de 2014. Ainda segundo a diretora-executiva da Abcic (Associação Brasileira da Construção Industrializada de Concreto), Iria Lícia Oliva Doniak, o pacote habitacional recentemente lançado pelo governo federal – o “Minha Casa, Minha Vida” – vai depender, e muito, de sistemas construtivos industrializados. Diante deste cenário, o setor garante estar pronto para os desafios. É o que Iria Lícia mostra nesta entrevista. Confira:

Parece que para o setor industrial da construção civil a crise não chegou. Qual a tendência para 2009: de expansão dos negócios?
Quando se fala em setor industrial, é importante lembrar que a construção industrializada não é somente pré-fabricados de concreto. Setor industrial também pode ser entendido como obras destinadas ao setor industrial, como a construção de indústrias. Então, abrangendo tudo isso, diria que o setor de pré-moldados de concreto, independentemente do fato de 2008 ter apresentado um crescimento excepcional para a construção civil, já vinha apresentando índices de crescimento superiores a 10% ao ano. Para este ano, entendemos que este crescimento deverá continuar. No ano passado os fabricantes operaram com suas indústrias acima de sua capacidade de produção e em 2009 a expectativa é de que toda a capacidade instalada seja tomada.

Os setores de venda de imóveis industriais, segundo dados da consultoria Colliers International, afirmam que a alta demanda e a baixa oferta no entorno das principais rodovias do Brasil, como Anhanguera, Castello Branco, Bandeirantes, Régis Bittencourt, Anchieta e Imigrantes, manterá o mercado aquecido em 2009. A senhora tem essa visão também?
O crescimento das indústrias - não somente de novas indústrias, mas também a expansão de indústrias já existentes -, gera a necessidade de novas áreas comerciais e especialmente a ampliação dos setores de logística, como os centros de distribuição que evidentemente se situam no entorno das rodovias. Mas essa expansão não se dará apenas pelo crescimento da logística, mas pela procura de áreas em condomínios industriais, cujos valores de locação estão mais elevados justamente pela questão de oferta e procura. Isso, certamente, contribuirá de forma favorável para o mercado da construção industrial.

Como está o setor industrial da construção civil na questão tecnologia. Há novas formas de construção que tornam as obras mais ágeis em seus cronogramas e mais baratas?
O setor da construção civil, especialmente pelo grande aquecimento que houve no ano passado, e agora pelo próprio plano habitacional, tem se mobilizado no sentido inclusive de demover barreiras que impeçam a inovação e o crescimento da industrialização no país. Mas é preciso ressaltar que uma maior produtividade, desde que não haja detrimento da qualidade, é uma questão não somente de atendimento a cronogramas e custos, mas principalmente uma questão de otimização de recursos. Aí entramos no contexto de sustentabilidade, no qual os sistemas construtivos precisam, além de ser economicamente viáveis, serem socialmente justos e ecologicamente corretos.

E a mão-de-obra tem acompanhado esse avanço tecnológico?
A alta tecnologia empregada nas indústrias de pré-fabricados, como, por exemplo, na fabricação de peças protendidas, de concreto autoadensável e outros fatores, fazem com que o qualificação da mão-de-obra tenha que ser diferenciada em relação a processos convencionais. A Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil (CBIC) tem feito um apelo às entidades do setor no sentido de unirmos esforços, a fim de que as barreiras ainda existentes rumo à inovação e à industrialização do setor sejam demovidas. Como exemplo podemos citar tributação, normatização e código de obras. Precisamos incentivar a concepção modular de projetos, maior aproximação da academia com as empresas e levar as instituições de ensino a estarem mais ligadas à iniciativa privada. Isso dará melhor aproveitamento à pesquisa e ao desenvolvimento.
As construções pré-moldadas ainda se apresentam como a melhor solução para obras industriais?
Não somente para obras industriais como para os segmentos habitacional e comercial. Veja o caso dos shopping centers no Paraná, onde temos exemplos excelentes como o Shopping Barigüi, hipermercados e escolas como UNICENP, Positivo Júnior e Ambiental, Uniandrade, Tuiuti e até igrejas). Tem ainda as obras de infraestrutura: passarelas, terminais de aeroportos, pontes e viadutos). Além disso, estamos nos aproximando da Copa do Mundo no Brasil e os pré-moldados devem prevalecer na construção dos novos estádios, como já ocorreu nas principais obras do Pan-americano do Rio. Gostaria ainda de destacar o pré-moldado como solução também para edifícios altos e não somente obras horizontais, como tendência na Europa e cases já existentes no Brasil.

Qual será a co-relação entre os pré-moldados de concreto e o pacote habitacional recentemente lançado pelo governo?
Viabilizar a construção de um milhão de moradias, conforme prevê o plano “Minha Casa, Minha Vida”, só será possível, ainda que não haja um prazo estabelecido, a partir da adoção de sistemas construtivos industrializados. A pré-fabricação é um destes sistemas, que pelos benefícios que apresenta será uma das soluções. Em especial, destaca-se a alta produtividade aliada a um excelente padrão de qualidade, especialmente se considerarmos as empresas associadas à Abcic, que aderiram ao selo de excelência - programa de qualidade,segurança e meio ambiente , específico do setor. Cabe ainda destacar que independentemente do lançamento do plano do governo, algumas empresas do setor já há algum tempo vinham investindo no desenvolvimento de soluções habitacionais. Ressalta-se ainda que alguns estados já possuíam seus planos estaduais de habitação, à exemplo de São Paulo e Paraná, como tivemos a oportunidade de conhecer melhor durante nossa participação no 56.º Fórum Nacional de Secretários da Habitação e Desenvolvimento Urbano. Cabe ainda ressaltar que a Abcic criou também um fórum para debates e soluções de aspectos relacionados a moradias não somente de baixa renda e interesse social, mas de todo o contexto habitacional que é o Comitê Habitacional. A ele poderão se integrar todos os associados que atenderem aos critérios de participação dos comitês da Abcic. Será uma importante ferramenta de desenvolvimento do setor no contexto habitacional.

Antes havia um, digamos, pré-conceito dos arquitetos em relação às obras pré-moldadas. Isso está superado?
Nosso último informativo traz uma importante matéria com o arquiteto Sidônio Porto a respeito do tema. Recentemente, por ocasião do lançamento do 5.º Prêmio de Pré-fabricados de concreto para estudantes de arquitetura, o arquiteto fez uma palestra para os estudantes de arquitetura da FAU/USP. Seu depoimento ao informativo Abcic relata que este paradigma da década de 70 está definitivamente rompido. Além do arquiteto Sidônio Porto, poderíamos citar outros importantes nomes da arquitetura brasileira que tem encontrado e usufruído da flexibilidade e plasticidade que o sistema promove. Outro aspecto importante é a versatilidade na interface com outros sistemas construtivos.

Como o setor da construção industrial e as questões ambientais convivem hoje? Há harmonia?
A construção pré-moldada, pela sua própria natureza, contempla a sustentabilidade. Ela é economicamente viável, socialmente justa e ecologicamente correta. É um sistema construtivo altamente racionalizado, que traz para a construção civil práticas e conceitos industriais, como processos definidos e automatizados, controle de qualidade e rastreabilidade, especialização da mão de obra, uso intensivo de tecnologia na produção e no canteiro de obras. A sustentabilidade está perfeitamente alinhada com a pré-fabricação, por perseguir esses conceitos: poupar as jazidas naturais; eliminar a produção de resíduos; reciclar edifícios; reciclar materiais; racionalizar a construção; produzir edifícios sustentáveis e preservar o patrimônio.

A ABCIC possui um selo de excelência. No que esse reconhecimento de qualidade tem ajudado na evolução da construção industrial no Brasil? A adesão das empresas na busca do selo de excelência tem sido grande?
Há cinco anos o selo de excelência Abcic tem orientado o segmento do pré-moldado de concreto de acordo com padrões de qualidade, desempenho e tecnologia. Desde que foi criado, a certificação tem ajudado o mercado a se valorizar e tem incentivado as empresas a conquistarem melhorias constantes. Os benefícios são sentidos em ambos os lados, tanto para os fornecedores, que são avaliados de acordo com critério que priorizam a capacidade técnica, cumprimento de prazos, segurança, gestão e outros itens, como para o contratante, que encontra mais credibilidade e segurança na hora de escolher um prestador de serviço. Dividido em três níveis, o programa é evolutivo e a superação de cada etapa comprova o avanço da qualidade do trabalho prestado. A operacionalização do selo de excelência Abcic é conduzida pelo CTE (Centro de Tecnologia em Edificações). A credibilidade é assegurada por uma comissão de credenciamento voluntária que valida os processos de auditoria formada por representantes de entidades afins, tais como ABECE,ABCP,SINDUSCON SP, IAB e ABNT CB-18. Atualmente contamos com 15 empresas associadas que aderiram ao programa, com 19 plantas de produção atestadas (certificadas, sendo 9 nível I,9 nível II e 1 nível III) e outras em processo de implantação para solicitação dos níveis I ou II. Para saber se um fornecedor de pré-fabricado é certificado, basta solicitar o atestado e verificar o nível, o escopo, a planta de produção e a validade. As normas para o selo de excelência, bem como a relação de empresas certificadas estão disponíveis no site da ABCIC (www.abcic.org.br). Basta acessar em certificação.

* Iria Lícia Oliva Doniak é engenheira Civil graduada pela PUC-PR, em 1988. Desde 1997 é consultora da D.O. Engenharia e Projetos, cujo foco principal de atuação tem sido a construção pré-fabricada. A engenheira também é membro do Comitê de Revisão da NBR 9062 Projeto e Execução de Estruturas de Concreto Pré-Moldado, membro do Comissão de Estudos da NBR 14861 Lajes alveolares pré-fabricadas de concreto, membro da Comissão de Estudos - Projeto de norma ABNT CB-18 para Concreto Auto Adensável. Atualmente ela é diretora-executiva da Abcic (Associação Brasileira da Construção Industrializada de Concreto, que é membro da Comission 6: Prefabrication fib (federation internationale du beton).

Email: iria@abcic.org.br

Jornalista responsável – Altair Santos MTB 2330 – Tempestade Comunicação


Dois brasis quando o assunto é eficiência

Relatório de Competitividade Brasil 2009 conclui que país tem setor privado mais competitivo que o público

Carlos Arruda, da Fundação Dom Cabral: “O Brasil são dois brasis.”
Carlos Arruda, da Fundação Dom Cabral: “O Brasil são dois brasis.”

O ambiente empresarial é um dos diferenciais brasileiros na atração de investimentos estrangeiros. Essa é a tônica do Relatório de Competitividade Brasil 2009, elaborado pelo Fórum Econômico Mundial e pela Fundação Dom Cabral.

Outra conclusão do relatório é que a ineficiência pública contrasta com a eficiência da iniciativa privada. “O Brasil são dois brasis. Um Brasil econômico, com os sérios problemas que nós conhecemos, e o Brasil empresarial, que se coloca entre os países mais competitivos do mundo”, avaliou o professor de Inovação e Competitividade da Fundação Dom Cabral, Carlos Arruda, no lançamento do relatório.

O diretor da consultoria McKinsey, Nicola Calicchio, observou que há uma grande diferença entre os critérios de competitividade ligados ao setor público e os do setor privado. No primeiro caso, o Brasil aparece em 121.º lugar entre os 134 países do Índice de Competitividade Global do fórum.

No que se refere à atuação do empresariado, o país sobe para a 30ª posição. “O que a gente observa é um setor privado absolutamente dinâmico e um setor público que, infelizmente, ainda é uma âncora para o crescimento e para a competitividade do Brasil”, afirmou.

Ele acredita que o próprio empresariado pode alavancar a competitividade do país. Para isso, seria necessário aumentar o nível de formalidade da economia. Na agricultura e na pecuária, por exemplo, 90% dos trabalhadores estão na informalidade. “Os setores com baixíssimo grau de informalidade têm um altíssimo grau de produtividade, que é o item mais relacionado ao crescimento e a prosperidade de um país”, disse Calicchio.

O consultor lamentou o fato de o Brasil ter apenas 2,8% da população empregada nestes setores com baixíssima informalidade, enquanto 63,3% da população está em setores com altíssima informalidade.
Além do aumento da formalidade, Calicchio sugere a adoção das práticas empresariais na economia de não-mercado. "O setor público focou muito em processos e menos em resultados”, criticou.

Por fim, ele propôs que o Brasil acompanhe três grandes tendências globais da atualidade: aumento da produtividade do setor público; aproveitamento de novos consumidores, tendo em vista o tamanho do mercado brasileiro; e melhor aproveitamento dos recursos naturais para atrair investimentos estrangeiros.

Fonte: Agência Brasil

Jornalista responsável – Altair Santos MTB 2330 – Tempestade Comunicação


Não-leitores chegam a 77 milhões no Brasil

Fatores como baixa renda, escolarização e questões sociais são elementos que resultam no grande número de brasileiros sem interesse na leitura

Em Manaus, capital do Amazonas, a pequena Fernanda Maia dos Anjos interrompeu os estudos diversas vezes para ajudar na renda familiar. Aos 12 anos, engravidou e deixou os livros para assumir uma família. Hoje, aos 34 anos, com dois filhos, trabalha como doméstica e integra os números gerados pela pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, encomendada pelo Instituto Pró-Livro ao Ibope, em 2007.

A pesquisa revelou um contingente de 77 milhões de não-leitores. Nossa personagem encontra-se entre os 27 milhões que cursaram até a 4ª série do Ensino Fundamental, e que não leem. Voltar a estudar é uma realidade distante para Fernanda. Ela acredita que essa oportunidade não seja direito de todos. “Estudar é coisa para rico”, enfatiza. Na casa da patroa, folheia o jornal todos os dias, porém, as únicas notícias que despertam seu interesse são os resumos das novelas. “As notícias são muito complicadas de entender. Não gosto nem de ler revista, imagine um livro. Não entendo nada. Nem sei onde tem biblioteca aqui”, afirma.

Fatores como baixa renda, escolarização e questões sociais são elementos que resultam no grande número de brasileiros sem interesse na leitura, que, nem sempre, estão fora da escola. O Programa Internacional de Avaliação de Alunos, o PISA, revelou, em 2008, que os 4,8 mil estudantes brasileiros avaliados, pouco compreendem o que estão lendo. Esse fator deixou o Brasil em último lugar no ranking dos 32 países, além de mostrar que o problema está na falta de habilidades que deveriam ser formadas no processo educacional.

Para superar estas dificuldades seria necessário que o poder público investisse na formação e aperfeiçoamento dos professores de Língua Portuguesa e mediadores de leitura para alcançar resultados junto aos alunos. A compreensão dos textos está diretamente relacionada ao nível de informação, conhecimento e vocabulário do leitor. Membro da Academia Amazonense de Letras e editor, Tenório Telles, 45 anos, diz que a compreensão de um texto é resultado de uma tessitura de elementos. “Não basta ter o domínio do código de comunicação. É fundamental ter uma prática continuada de contato criativo com textos, fator indispensável para a afirmação de uma vivência leitora, que ajuda no aprimoramento do pensamento, do olhar e do sentir do sujeito”. Diz ainda que, associada a essa experiência, somam-se as vivências sociais, afetivas e artísticas. Esse conjunto de conhecimentos existenciais contribui para o amadurecimento humano, que serve de fundamento para a compreensão do mundo e das realidades transfiguradas nos livros.

“Esse complexo de relações forja a competência leitora - que na verdade é um processo em constante avanço. A leitura é também um devir intelectual, existencial e criativo”, avalia. Apesar de existirem inúmeros fatores que podem exercer o poder de atração na leitura, como incentivo dos pais, da escola e de amigos, é necessário, antes de tudo, ter domínio na codificação do texto para que a leitura torne-se uma atividade prazerosa e não um sacrifício.

Diogo Lopes, 27 anos, cursando faculdade de Administração em Porto Velho, capital de Rondônia, não encontra prazer nos livros. “Dependendo do texto, ler pode tornar-se um pesadelo. Não gosto de livros." Ele busca as informações que precisa na Internet. A falta de estímulo para leitura, segundo o estudante, vem da escola. “Não gosto de ler desde criança. No colégio, os professores mandavam ler livros para prova, mas sem se preocupar em saber se o livro interessava aos alunos. Não ajudavam na compreensão dos textos, que já eram difíceis para a maioria. Simplesmente empurravam os livros sem dar opções de escolha. Isso foi me deixando cada vez mais sem vontade de ler."

O despreparo de seus professores no Ensino Fundamental contribuiu para que Diogo, mesmo lendo algo de seu interesse, fique sonolento e impaciente, efeitos provocados pela falta de ferramentas para compreensão dos textos. A prova aplicada pelo PISA mostra que não só Diogo que enfrenta estas dificuldades. Dos 4,8 mil alunos avaliados, 16% lêem muito devagar, 7% não compreendem o que lêem, 11% não têm paciência para ler e 7% sofrem com a falta de concentração.

Livro como presente
Para Taciana Pereira de 29 anos, de Manaus, Amazonas, assistente social recém-formada, o maior índice de não-leitores registrado pela pesquisa em sua região, deve-se à falta de incentivo à leitura, além de recursos que proporcionem acesso aos livros. “Na minha cidade existem várias bibliotecas, mas quando preciso usá-las estão fechadas ou, quando encontro uma em funcionamento, o acervo é pequeno e precário. Para quem já tem dificuldade em apreciar um bom livro, isso gera um enorme desinteresse. Gosto de ler porque tive estímulo desde criança. Comecei a ter contato com os livros porque minha mãe quando ia trabalhar, me deixava na casa de minha avó. Lá, meu tio que era professor, dava a tarefa de ler três matérias de revistas que ele escolhia e escrever uma redação para ele corrigir”, lembra. Ela diz que a família sempre teve o hábito da leitura e as crianças eram sempre presenteadas com livros. “Aos quatro anos, aprendi a ler e nunca mais parei, mas infelizmente essa não é a realidade da maioria aqui”. A história de Taciana é o inverso do que acontece com o restante do País, onde o hábito da leitura não é rotina na família. A pesquisa Retratos da Leitura no Brasil detectou que entre os não-leitores 85% nunca foram presenteados com livros na infância e 63% nunca viram os pais lendo.

Em Salvador, região nordeste do Brasil, 2° lugar no ranking de não-leitores, o educador Augusto Castro de Azerêdo, formado em Geografia pela Universidade Federal da Bahia, UFBA, e pós-graduado em Metodologia do Ensino e Pesquisa pela mesma universidade, acredita que a família contribui para estimular o hábito da leitura, porém a realidade sócio-econômica de muitos impede que esse exercício seja praticado em casa. Mas, a agravante está na educação. Durante as aulas, o professor propõe pesquisas escolares manuscritas e utiliza questões discursivas nas avaliações para exercitar a opinião dos alunos, mas os resultados nem sempre são positivos. “Tenho alunos na 8ª série com graves dificuldades, pois o processo de alfabetização foi deficiente, e aliado a este problema, eles apresentam falta quase absoluta da leitura”.

Ele acredita que a negligência governamental em todas as esferas contribui para que não só o nordeste, mas todo país tenha um grande número de não-leitores “Deveria existir investimentos como informatização das bibliotecas, mais acervos literários, redução dos impostos na produção gráfica e mais patrocínios em eventos literários. No âmbito escolar, o aumento das verbas poderia ser investido na compra de novos equipamentos visando a qualidade de ensino”.

Professor há mais de 10 anos, Augusto diz que o investimento na qualificação dos profissionais da Educação é praticamente inexistente, e esse fato gera muitas vezes profissionais despreparados e, como conseqüência, o número da evasão escolar torna-se freqüente já que não encontram prazer, estímulo e não conseguem aprender. Os que permanecem, tornam-se desprovidos de uma iniciativa para realizar conexão de idéias, contextualizar os diversos autores e criar o pensamento próprio. “Podemos ousar levantar diversas hipóteses em relação ao número de não leitores no país, mas a verdade é que o Brasil só vai mudar esse quadro quando houver uma revolução educacional. Quem não estuda, não lê e não compreende o mundo em que vive."

Fonte: www.brasilquele.com.br

Jornalista responsável – Altair Santos MTB 2330 – Tempestade Comunicação


Itambé obtém upgrade na certificação ISO 9001

A empresa cumpre simultaneamente requisitos de qualidade, meio ambiente e de saúde e segurança

Rogério Lunardon, gerente de qualidade da Itambé: implantar as certificações foi gratificante, mas o trabalho para manter é ainda mais agradável
Rogério Lunardon, gerente de qualidade da Itambé: implantar as certificações foi gratificante, mas o trabalho para manter é ainda mais agradável

Em março, a Cia. de Cimento Itambé passou por um upgrade em sua certificação ISO 9001 (gestão de qualidade), passando da versão 2000 para a 2008. Segundo o gerente de qualidade da empresa, Rogério Lunardon, a mudança exigiu requisitos que a empresa cumpriu tranquilamente, já que ela estava acompanhando a evolução da certificação. “Nos preparamos para dar esse upgrade de qualidade”, afirmou.

Agora, a Cimento Itambé tem os certificados ISO 9001:2008, ISO 14001:2004 (gestão ambiental) e a OHSAS 18001:2007 (norma referente à saúde e segurança do trabalhador). A empresa, que vem obtendo certificação desde 1996, avalia que o diferencial nestas conquistas é que o sistema integrou as três normas e cumpriu simultaneamente requisitos de qualidade, meio ambiente e de saúde e segurança. “Temos apoio integral de todos os departamentos da empresa para perseguir a excelência em nosso trabalho”, diz Lunardon, completando: “O que significa isso? Que a empresa forneceu ferramentas que ajudam na gestão do processo de busca de mais qualidade, menos impacto ambiental e mais segurança e saúde.”

Na prática, o que esses certificados representam para a Itambé? Eles trazem melhorias na rotina de trabalho da empresa. Além disso, torna a produção mais eficiente e incentiva os colaboradores a participar mais integrados à gestão e se sentirem atraídos pela busca das metas. “Isso já está incorporado no dia a dia da empresa”, relata Rogério Lunardon.

A Cimento Itambé passa a cada seis meses por auditorias de certificação da SGS ICS Certificadora Ltda. A companhia suíça, com escritório no Brasil, foi quem habilitou a Itambé a conseguir os certificados. O processo burocrático da certificação exige que se busque uma empresa reconhecida e independente.

Segundo Lunardon, o trabalho para implantar as certificações foi gratificante, mas o trabalho para manter é ainda mais agradável. “Quando as normas estão integradas ao sistema é por que tudo deu certo. Errado seria ficar fiscalizando para que as metas fossem atingidas. Há empresas que perdem seus certificados por isso. E se isso ocorre gera um desgaste grande para a imagem da corporação”, explica.

Para o consumidor dos produtos Itambé, as certificações se transformam em sinônimo de tranqüilidade. A maior parcela dos clientes são os consumidores industriais (construtoras, empresas de artefatos de cimento, pré-moldados e concreteiras) e o que eles precisam é de qualidade estável, ou seja, de produtos que não tragam surpresas desagradáveis para os resultados finais dos produtos deles. “É nisso que resultam as certificações. Elas dizem aos clientes que nossos produtos são feitos com qualidade, por pessoas que respeitam o meio ambiente e que trabalham com saúde e segurança”, comenta Rogério Lunardon.

Segundo o gerente de qualidade da Itambé, os clientes corporativos estão muito seletivos e preferindo as empresas com certificações. O que ele ressalta é que os consumidores de varejo também já começaram a prestar a atenção nesses requisitos. Hoje, cada vez mais, as certificações servem de referência para o comprador”, finaliza.

Certificações: a vantagem de uma empresa nascer com elas
* Rogério Campos Meira

Se para uma empresa consolidada o conjunto de Normas ISO, ou pelo menos algumas específicas, é necessário, o mesmo vale para aquelas que acabaram de nascer.

O principal atrativo destas certificações é, de fato, o caráter diferenciador que elas proporcionam para quem as tem. E isso resulta em destaque para a organização, uma vez que ao enquadrar uma empresa numa determinada norma, a mesma ganha um diferencial competitivo em relação às demais.

Não é a toa que quem possui um selo da ISO 9001, por exemplo, faz questão de deixá-lo à mostra. Afinal, o consumidor, ao vê-lo, reconhece que o produto ou o serviço prestado passou por uma rígida normatização.
Além destes benefícios, posso citar outro, como a facilitação dos processos internos, o que torna também mais simples o seu gerenciamento. A partir do momento em que ocorre a sistematização de uma tarefa, ela passa, então, a poder ser realizada por outros funcionários.

Faço ainda uma ressalva no quesito preparação: a companhia que deseja elaborar um sistema de padronização tem que contar com o envolvimento de todos os profissionais, do baixo ao alto escalão, para que o processo realmente dê certo. Sendo assim, as lideranças precisam ser as primeiras a cumprir as normas, para que não fique dúvidas quanto a relevância do projeto.

Dessa forma, encaro como fundamental para uma empresa o fato de que ela já nasça com a consciência da importância, e se possível a imediata implementação, das certificações.

Trabalhar com estas normas é estar atento às causas para não ter que remediar os problemas. Um exemplo simples: numa companhia em que a OHSAS 18001 (norma referente à segurança do trabalhador) esteja implantada, dificilmente algum profissional terá provas suficientes para entrar com uma ação trabalhista. Os padrões colaboram, também, para a proteção da organização no que diz respeito à sua imagem.

* Rogério Campos Meira é Engenheiro Mecânico, Mastère em Management de La Qualité pela ENSAM – França, Certified Quality Auditor, Certified Manager of Quality/Organizational Excellence e Certified HACCP Auditor pela ASQ – EUA e diretor-executivo da Academia Tecnológica de Sistemas de Gestão (ATSG).

Contato com articulista através da assessoria de imprensa: heloiza@imageassessoria.com.br

Jornalista responsável – Altair Santos MTB 2330 – Tempestade Comunicação


Tecnologia acústica tenta romper o silêncio

Brasil ainda enfrenta obstáculos para construir obras preparadas para absorver o som externo, mas norma que entrará em vigor em 2010 trará avanços

Edison Claro de Moraes: “A poluição sonora é democrática, pois atinge todos sem distinção, seja rico, seja pobre.”
Edison Claro de Moraes: “A poluição sonora é democrática, pois atinge todos sem distinção, seja rico, seja pobre.”

O dia 29 de abril é reconhecido mundialmente como o "Dia Internacional da Conscientização sobre o Ruído". A data foi criada pela associação "League for the Hard of Hearing" e já é seguida por vários países. Nela, costuma-se fazer um minuto de silêncio para destacar o impacto do ruído na vida cotidiana.

No Brasil, um dos difusores do “Dia Internacional da Conscientização sobre o Ruído” é o consultor Edison Claro de Moraes, que avalia que só agora, no país, começou a cair a ficha sobre o tratamento acústico e térmico das obras. Segundo ele, porém, o caminho está só começando. “A tecnologia do silêncio já tem literatura vasta e bons materiais, mas ainda faltam profissionais com qualificação adequada para executá-la”, afirma.

A convicção dos especialistas em acústica é que o país dará um grande salto no assunto a partir de 12 de maio do ano que vem, quando entra em vigor a NBR 15575-1. A norma estabelece vários requisitos que uma edificação deve atender em termos de habitabilidade. Vigente, ela passará a ser um ponto de referência para construtores, fabricantes de materiais de construção e usuários.

Isso significa que as moradias terão de se adequar a padrões que hoje no Brasil são vistos mais rotineiramente nas edificações corporativas. “Esses prédios já seguem normas de sustentabilidade e tomam todos os cuidados do ponto de vista térmico/acústico. São obras de altíssimo padrão. Infelizmente, nas obras mais populares há exemplos raros. São mais exemplos acadêmicos. Alguém que foi lá e fez o projeto, mas não é uma coisa de iniciativa privada ou alguém que fez para comercializar. Infelizmente, a maioria das construtoras enxergam o isolamento acústico como despesa. Elas ainda não atentaram para isso como valor agregado, como marketing. Não existe este paradigma ainda”, avalia Edison Claro de Moraes.

Em estudo intitulado Conforto Acústico entre unidades habitacionais em edifícios residenciais de São Paulo, Brasil, as pesquisadoras Maria de Fátima Ferreira Neto, do Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo (IPT), e Stelamaris Rolla Bertoli, da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) avaliam que a NBR 15575-1 terá o desafio do clima do país para se impor e adequar as habitações brasileiras. “Os países com clima frio são, de certa forma, privilegiados com a questão do isolamento acústico. Isso porque, devido às baixas temperaturas, os ambientes necessitam de boa vedação térmica, favorecendo o isolamento acústico. Já em países como o Brasil, com clima quente e úmido, a adequação térmica muitas vezes exige que as janelas se mantenham abertas, o que dificulta a obtenção de alto valor de isolamento acústico”, justificam.

Independentemente dos desafios, a busca por qualidade de vida é que deverá ditar as mudanças acústicas nas habitações, como sugere Edison Claro de Moraes: “O desconforto acústico, gerado pela poluição sonora, é uma realidade. E ela é democrática, pois atinge todos sem distinção, seja rico, seja pobre. Está todo mundo exposto, e isso afeta a qualidade de vida. Está na hora de mudar isso e a nova norma dará um grande impulso para essa mudança”, conclui.

Fontes:
Edison Claro de Moraes: edison@atenuasom.com.br
Maria de Fátima Ferreira Neto: mffneto@hotmail.com
Stelamaris Rolla Bertoli: rolla@fec.unicamp.br

Jornalista responsável – Altair Santos MTB 2330 – Tempestade Comunicação


Norma é lei

A ABNT é a responsável pela gestão do processo de elaboração e revisão de normas brasileiras e é reconhecida pelo governo como o único foro nacional de normatização

Créditos: Engª. Naguisa Tokudome - Assessora Técnico Comercial Itambé

Fluxograma Norma é Lei
Fluxograma Norma é Lei

Este assunto foi tema de um artigo similar com o título “A responsabilidade de cada um” anteriormente publicado no site Massa Cinzenta. O texto cita que a norma possui força de lei, de acordo com o que diz o Código de Defesa do Consumidor:

“É vedado ao fornecedor de produtos ou serviços, dentre outras práticas abusivas, colocar no mercado de consumo, qualquer produto ou serviço em desacordo com as normas expedidas pelos órgãos oficiais competentes ou, se normas específicas não existirem, pela Associação Brasileira de Normas Técnicas ou outra entidade credenciada pelo Conselho Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Conmetro).”

Porém, este artigo não contemplou o processo de criação da norma. Descubra qual é o caminho que ela percorre até a data da publicação:

1) Elaboração em função da demanda
A solicitação para criação ou revisão de uma norma poderá ser realizada por qualquer parte interessada (consumidor final, fabricante, revendedor, representante do governo, etc), ou seja, não há necessidade de ser associado a ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas.

2) Programa de normatização
O pedido é analisado pelas gerências de planejamento e processo. Se aprovado, o assunto é levado ao comitê técnico do setor. O comitê avalia o tema, realiza a programação (cronograma de execução) e coordena os trabalhos desenvolvidos pela Comissão de Estudo (CE), formada no próximo estágio.

3) Elaboração do projeto de norma
O comitê técnico convida algumas empresas e profissionais com experiência e conhecimento sobre o tema para participarem da Comissão de Estudo (CE). Esta comissão é responsável por desenvolver o Projeto de Norma (PN) através do consenso. A finalidade desse processo é para atender os interesses e as necessidades da coletividade. Durante as várias reuniões realizadas, os participantes poderão interagir e opinar sobre as questões levantadas. Não há obrigatoriedade destas pessoas ou empresas serem associadas à ABNT.
Finalizado este processo, o texto é submetido à consulta nacional.

4) Consulta nacional
O PN é disponibilizado para download no site da ABNT para que a sociedade possa examinar e emitir as considerações. Para ter acesso ao projeto não é necessário ser associado à ABNT. As partes interessadas poderão manifestar sua aprovação ou não do texto, desde que apresentem justificativas técnicas. Após o período da consulta nacional (60 dias para ABNT/NBR e 30 dias para ISO-ISE), a CE reúne-se novamente para análise dos resultados.

5) Análise do resultado da consulta nacional
É realizada a reunião entre a CE (autora do projeto) e todos os interessados que se manifestaram durante a consulta nacional. O propósito é deliberarem por consenso a aprovação do Projeto de Norma como Norma Brasileira. Se não houver impedimento, o PN será encaminhado para homologação pela ABNT, onde receberá a sigla “ABNT NBR” e seu respectivo número.

5.1) Caso o PN sofra alteração técnica, recorrente à sugestão ou objeção técnica da fase anterior, a Comissão de Estudo irá disponibilizá-la novamente à consulta nacional como 2.º Projeto de Norma.

5.2) Caso o PN receba objeções técnicas que justifiquem o não consenso necessário para a sua aprovação como Norma Brasileira, a CE autora do projeto poderá solicitar o seu cancelamento.

A ABNT fornece um prazo (normalmente um mês) para as empresas se adequarem à nova norma após a data da publicação. Existem casos especiais em que a ABNT estipula um prazo maior, dependendo das alterações realizadas. (ex: ABNT NBR 15575-1: edifícios habitacionais de até cinco pavimentos - Desempenho. Publicada em 12/05/08 e válida a partir de 12/05/2010).

Os benefícios resultantes da normalização são vários como organização do mercado, constituição de uma linguagem única entre produtor e consumidor além de contribuir para a integração e inserção do Brasil no mercado internacional.

Jornalista responsável – Altair Santos MTB 2330 – Tempestade Comunicação


Edifício Fu Gang

Prédio com maior peso movido intactamente

Edifício Fu Gang - Prédio com maior peso movido intactamente
Edifício Fu Gang - Prédio com maior peso movido intactamente

Fu Gang é o edifício mais pesado do mundo movido de forma intacta. Este prédio está localizado na Rodovia West Bank na Província de Guangxi na China. Guangzhou Luban Corporation foi responsável pelo sucesso da sua recolocação em 10 de novembro de 2004. O edifício pesava 15.140,40 toneladas e possui 34 metros de altura. Fu Gang foi movido 35,62m horizontalmente e todo o processo levou 11 dias para ser executado.

 

Edifício Fu Gang
15.140,40 toneladas
Local: Província de Guangxi, China
Data: 10 de novembro de 2004.

Fonte: Guinness World Records

Créditos: Vanda Pereira Cúneo - Assistente de Marketing