Experiência Itambé

A Itambé quer compartilhar com você a experiência adquirida em dimensionamento, projetos, execução, acompanhamento e avaliação em pavimentos de concreto.

A Cimento Itambé iniciou em 1997, as obras de pavimentação da rodovia de acesso à sua fábrica de cimento. Com 23 km de extensão e empregando diversas tecnologias, a obra pode ser considerada um laboratório para pesquisas em pavimentos de concreto e tem por finalidade mostrar as facilidades de execução e comprovar a competitividade dos pavimentos rígidos.

A estrada foi dividida em vários segmentos, onde foram empregadas as seguintes tecnologias:

- Pavimento de Concreto Simples com Barra de Transferência;
- Pavimento de Concreto Estruturalmente Armado;
- Pavimento Intertravado de Concreto - Paver;
- Pavimento Flexível sobre Base Cimentada;
- Recuperação de Trechos e Pavimentos de Concreto Simples executados por uma pavimentadora com forma deslizante da Marca Wirtgen - SP500 e uma Central Misturadora Móvel de Concreto da marca Arcen - ARCMOV MD100/4I.

Confira as imagens de diversas fases da obra.

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Experiência Itambé - Fotos Pavimento Rígido

Descarga do material para regularização e reforço do subleito (30% de quartzito e 70% de calcário).

Espalhamento e regularização do material com moto-niveladora.

Rolo vibratório compactando o material de reforço do subleito.

Espalhamento, compactação do CCR.

Ensaio do grau de compactação do CCR.

Aplicação do anti-sol no CCR.

Ajuste e posicionamento da pavimentadora.

Posicionamento da lona plástica.

Detalhe da fixação da lona plástica.

Central misturadora de concreto (ARCMOV 100/4I – ARCEN).

Posicionamento do caminhão para descarga do concreto.

Descarga do concreto.

Posicionamento e fixação das barras de transferência.

Vista frontal da pavimentadora.

Visão geral do pavimento após passagem do float automático.

Execução do vassouramento.

Imprimação da película de cura no concreto recém aplicado.

Corte das juntas transversais.

Detalhe do corte da junta transversal.

Tratamento das juntas transversais.

Pavimento acabado.


Pavimento Rígido


Os pavimentos de concreto são mundialmente consagrados pela sua durabilidade, economia e segurança. Sua versatilidade faz com que sejam utilizados em aeroportos, estacionamentos, instalações industriais, rodovias, pontes, túneis, viadutos, estradas, pátios e vias urbanas, adequando-se sempre às exigências dos projetos e aos mais severos requisitos técnicos.

Por requerer um menor número de intervenções para conservação e manutenção, os pavimentos de concreto agregam diversas vantagens técnicas e econômicas, como redução do custo Brasil.

Pavimentos de Concreto - Durabilidade, Segurança e Economia que vão mudar o panorama das ruas e estradas do Brasil.


Pavicon

Um convênio de cooperação técnica, científica e cultural, foi firmado entre a Cimento Itambé e a Pontifícia Universidade Católica do Paraná - PUC-PR

O convênio teve como objetivo analisar o desempenho de diversas tecnologias utilizadas na pavimentação da estrada de acesso à fábrica da Cimento Itambé, localizada no município de Balsa Nova, na região metropolitana de Curitiba.

Através de monitoramento em campo e ensaios de laboratório, o PAVICON oferece ao mercado informações e soluções técnicas para o emprego de pavimentos e bases de concreto como alternativa aos pavimentos convencionais. Este foi o primeiro teste de pavimento de concreto feito no Brasil, utilizando um trecho experimental sujeito a tráfego real e controlado.

Os dados, resultados e conclusões da pesquisa estão disponíveis à comunidade científica e a todos os interessados. Entre em contato com a assessoria técnica da Itambé.

PAVICON METODOLOGIA

PAVICON EQUIPAMENTOS

Perfilógrafo Califórnio

Avaliação do Conforto de Rolamento

O Perfilógrafo Califórnia é o equipamento especificado no guia de Construções da AASHTO (American Association of State Highway and Transportation Officials) de 1988 para o controle da irregularidade longitudinal de pavimentos de concreto em fase de construção e, posteriormente, ao longo do período de utilização ou de monitoramento e avaliação de desempenho da rodovia.

A irregularidade longitudinal avalia a regularidade ou desvios superficiais dos pavimentos e tem influência direta na segurança, conforto de rolamento, custo operacional dos veículos, serventia e vida de serviço dos pavimentos rodoviários.

Assim sendo, a principal finalidade do perfilógrafo, é o monitoramento dos equipamentos e dos processos de construção adotados em cada obra, objetivando assegurar e avaliar os níveis desejados de regularidade superficial.

Falling Weight Deflectometer (FWD)

Avaliação da Capacidade Estrutural

O FWD é um equipamento que aplica cargas dinâmicas (queda de uma massa de altura definida), cujo efeito no pavimento simula as cargas dos veículos em movimento. A aplicação da carga gera uma onda que se propaga pela estrutura de concreto. Na superfície da placa, sismógrafos registram acelerações verticais geradas pela passagem da onda e transformam-nas em deformações, as quais são armazenadas em um computador de bordo.

É usado para medir a resposta do sistema estrutural do pavimento à simulação do movimento de rodas carregadas de caminhões, para avaliar as condições de suporte do subleito, e fornecer informações para uso na caracterização de materiais e análises de fadiga.

O equipamento "Falling Weight Deflectometer" é composto basicamente de :
a) um veículo rebocador que tem as funções de rebocar o equipamento, abrigar o computador de bordo e o processador e medidor das cargas aplicadas e deflexões produzidas ; e
b) o equipamento propriamente dito, que é composto de cabine protetora contra intempéries, dotada interiormente dos dispositivos hidráulicos e elétricos necessários para acionar os dispositivos de abertura da própria cabine, o de massa, e o conjunto de placa de carga e sete sensores.

O FWD também é usado para determinar a eficiência da transferência de cargas através das juntas. A eficiência da transferência de carga é definida como a razão entre a deflexão do lado não carregado da junta pela deflexão do lado carregado. Eficiência de transferências de cargas na faixa de 70% a 100% são consideradas boas, enquanto que eficiências abaixo de 50% são consideradas ruins.