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Inovação, Novas Tecnologias, Sobre Concreto 10 de dezembro de 2007

Empresa catarinense se firma no mercado de blocos de concreto celular

Os blocos de concreto celular autoclavado são produzidos a partir de uma mistura de cimento, cal, areia, agente expansor e água, lançada em moldes onde a reação do agente expansor cria bolhas de ar que a fazem dobrar de volume. Após a solidificação, as placas moldadas são cortadas nos formatos desejados e seguem para a cura em autoclave – equipamento que proporciona alta pressão e temperatura. O resultado é um bloco leve, de excelentes propriedades termo-acústicas e ainda com adequada resistência para ser aplicado em alvenaria de vedação, enchimento de lajes, enchimento de estruturas e no isolamento de áreas de escape de incêndios em edifícios. É um material muito versátil, pois pode ser cortado, serrado, pregado, furado, lixado e pintado.

No entanto, o maior diferencial é seu peso. Enquanto uma alvenaria de tijolo cerâmico pesa em média 1.200 kg/m3, a alvenaria com bloco celular autoclavado pesa 500 kg/m3. No caso de enchimento de lajes ou lajes nervuradas, a substituição é de um material – o concreto armado convencional – de 2.500 kg/m3 por outro de 500 kg/m3. Proporciona, portanto, menores cargas nas fundações e estruturas mais esbeltas com redução de custo.

Há cinco anos, o sul do país conta com um fornecedor alternativo destes blocos: a Celucon, instalada na cidade de Morro da Fumaça, sul do estado de Santa Catarina. Conduzida por Antônio Carlos Zanon, a empresa e seus produtos conquistam a cada ano maior espaço na construção. Antônio Carlos aponta o sucesso em função das vantagens do material. Ele conta que além do isolamento termo-acústico, a redução do peso-próprio da alvenaria, rapidez de assentamento e precisão das dimensões reduzem o consumo de argamassa de revestimento. “As cerâmicas internas podem ser fixadas com argamassa colante diretamente sobre os blocos, o que além de economizar material reduz o prazo para execução do revestimento”, complementa.

Segundo Antônio Carlos, o desafio da empresa é popularizar ainda mais o uso dos blocos de concreto na construção de casas e prédios. Ele explica que o produto, além de reduzir os custos em até 15%, ainda apresenta uma série de outros benefícios. “Evidentemente essa redução de custos é referente à construção do imóvel até a etapa do reboco. Mas, além de baratear a obra, os blocos também oferecem agilidade, redução na mão-de-obra, boa resistência ao fogo e um excelente isolamento acústico e térmico. É um produto que tem ainda muito espaço na construção civil”, argumenta.

Créditos: Engº Jorge Aoki – Gerente de Assessoria Técnica Itambé

Jornalista Responsável: Rosemeri Ribeiro Mtb. 2696



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