Pela 1ª vez, LEED Homes Awards premia edifício brasileiro

Residencial Llum, construído em Curitiba-PR, conquista certificação Gold e ganha reconhecimento internacional

Llum comprovou consumir 25% menos energia e 20% menos água, comparado às construções convencionais Crédito: Construtora Laguna
Llum comprovou consumir 25% menos energia e 20% menos água, comparado às construções convencionais
Crédito: Construtora Laguna

edifício residencial Llum, da construtora Laguna, foi eleito por voto popular o “projeto de 2021” pelo USGBC (United States Green Building Council). Construído em Curitiba-PR, o prédio obteve a certificação LEED Gold e o reconhecimento internacional faz dele o 1º do Brasil a ser premiado no LEED Homes Awards – evento anual da USGBC para construções multifamiliares e unifamiliares.  

Llum venceu na votação popular o projeto norte-americano Cincinnati Scholar House e o chinês Qianhai Kerry Center Bayview A1-2-3, que receberam menções honrosas. O edifício ainda estava inscrito na categoria “excepcional prédio multifamiliar”, e também foi eleito, juntamente com duas construções norte-americanas: Chloe on Madison, em Seattle, e o Reed College Trillium Residence Hall, em Portland. 

De acordo com Gabriel Raad, CEO da construtora Laguna, a escolha do Llum é resultado de um projeto bem planejado e executado. “Se você construir um edifício excelente e realmente confortável, um dos resultados naturais será o LEED”, avalia. O selo não define apenas os parâmetros de sustentabilidade da obra, mas também estabelece métricas de qualidade”, completa. 

Construído no bairro Batel, um dos mais tradicionais de Curitiba-PR, o Llum foi entregue no 1º semestre de 2019. Como é de praxe, até que estejam habitados e todas as suas operações sejam colocadas em prática, os edifícios que buscam a certificação LEED carregam uma pré-certificação. A confirmação do selo ocorre depois que os requisitos são reconhecidos pelo certificador, o que acontece normalmente um ano após a entrega da edificação. 

Para conseguir a certificação LEED Gold são avaliadas as seguintes categorias: processo integrado, localização e mobilidade, terrenos sustentáveis, eficiência hídrica, energia e atmosfera, materiais e recursos, qualidade do ambiente interno, inovação e prioridade regional. O Llum comprovou consumir 25% menos energia e 20% menos água, comparado às construções convencionais, além de priorizar a luz natural e materiais com baixa emissão de compostos orgânicos voláteis. O empreendimento tem 20 pavimentos e 15 unidades no total. 

Certificação LEED tem sido cada vez mais requisitada para construções residenciais 

Segundo o presidente e CEO do USGBC, Mahesh Ramanujam, o Llum comprova que o padrão LEED continua a ajudar os edifícios a se tornarem sustentáveis ​​e mais saudáveis ​​para os ocupantes. “A certificação é ainda mais importante quando ela chega em nossas casas”, afirma. “A certificação LEED tem sido cada vez mais requisitada para construções residenciais. Isso é muito salutar”, reforça. 

edifício tem a assinatura de um time renomado. O projeto arquitetônico é do arquiteto Flávio Schiavon, o design de interiores de João Armentano, o paisagismo de Benedito Abbud e o projeto luminotécnico de Regina Bruni.  

Além do Llum, Curitiba também é a cidade onde está o 1º edifício do mundo a se tornar autossuficiente em abastecimento de água: o prédio corporativo Eurobussiness, construído em 2016. Entre as capitais brasileiras, a paranaense é ainda a que mais tem construções certificadas com o selo LEED Zero Energy Building. 

Entrevistado
USGBC (United States Green Building Council) (via departamento de comunicação)  

Contato
info@usgbc.org 

Jornalista responsável:
Altair Santos MTB 2330



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