Pujança do mercado imobiliário vai continuar em 2021?
Sinais mostram que ano pode superar 2012 e 2013, que sustentam recordes de financiamentos e lançamentos

Crédito: Banco de Imagens
A expectativa do mercado imobiliário é de que o ano de 2021 bata o recorde de financiamentos de imóveis e de lançamentos. Caso se confirme a previsão, terá superado 2012 e 2013, que até hoje sustentam o título de anos mais promissores para o mercado imobiliário em duas décadas. Quem faz essa análise são os sócios da Brain Inteligência Estratégica, Marcos Kahtalian e Fábio Tadeu Araújo. “O ano de 2021 tem grandes chances de superar 2012 e 2013, principalmente no segmento de luxo e de outros tipos de imóveis não-vinculados ao Casa Verde e Amarela. Em 2020 nunca foi tão positivo vender imóvel no Brasil, e deve continuar em 2021”, avaliam, em participação no webinar “Como será o desempenho do Mercado Imobiliário em 2021: perspectivas e desafios”.
A previsão se baseia em três pilares: 1. Será um ano com menos impactos negativos, haja vista que a sociedade já aprendeu a conviver com a pandemia de COVID-19 e está na expectativa de um processo de vacinação em massa; 2. A política de juros baixos e de intensa oferta de crédito imobiliário tende a continuar; 3. O consumidor segue estimulado a fazer um upgrade em sua moradia, a fim de se adaptar ao modelo home office e oferecer mais conforto à família. “Em nossa mais recente pesquisa, a intenção de compra de imóveis encontra-se no patamar do período pré-pandemia. Antes de março de 2020, 43% dos entrevistados diziam que queriam adquirir uma nova moradia. Agora, são 41%. O percentual encontra-se dentro da margem de erro”, cita Fábio Tadeu Araújo.
Mudanças comportamentais estimulam a compra de imóveis
Dessa porcentagem que indica pretensão de comprar um outro imóvel, 45% dizem querer uma moradia nova. Outro detalhe que chama a atenção na pesquisa apresentada pela Brain Inteligência Estratégica é que 78% desse público está voltado para o segmento residencial. “A construção imobiliária residencial puxou a economia e a geração de empregos em 2020 e vai continuar em 2021”, analisa Marcos Kahtalian. No ano passado, 450 mil imóveis foram financiados com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e do FGTS em todo o país. Isso movimentou 123 bilhões e 970 milhões de reais. Um detalhe nesse volume de recursos é que ele estimulou a compra da casa para morar, e não para investir. Apenas 14% tiveram a intenção de usar o imóvel adquirido para locação.
Marcos Kahtalian e Fábio Tadeu Araújo também comentaram as mudanças comportamentais que a pandemia desencadeou no mercado imobiliário. “O setor tornou-se mais tecnológico. Adaptou-se rapidamente às ferramentas de venda online. Quanto ao consumidor, cresceu a busca por casas em rua e imóveis diferenciados. Só não muda um detalhe no comportamento de quem busca um imóvel novo: o amor à primeira vista. A pesquisa mostra que quase 1/3 dos que foram às compras só visitaram um imóvel para fechar o negócio. Ou seja, o comprador pesquisou pela internet, se informou, se encantou e se apaixonou quando fez a visita física”, comenta Kahtalian.
Assista ao vídeo para ver gráficos da pesquisa realizada pela Brain Inteligência Estratégica
Entrevistado
Reportagem com base no webinar “Como será o desempenho do Mercado Imobiliário em 2021: perspectivas e desafios”, promovido pela Brain Inteligência Estratégica
Contato
e-brain@brain.srv.br
Jornalista responsável:
Altair Santos MTB 2330
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