Leves e eficazes

Empresa catarinense se firma no mercado de blocos de concreto celular.

Empresa catarinense se firma no mercado de blocos de concreto celular

Os blocos de concreto celular autoclavado são produzidos a partir de uma mistura de cimento, cal, areia, agente expansor e água, lançada em moldes onde a reação do agente expansor cria bolhas de ar que a fazem dobrar de volume. Após a solidificação, as placas moldadas são cortadas nos formatos desejados e seguem para a cura em autoclave – equipamento que proporciona alta pressão e temperatura. O resultado é um bloco leve, de excelentes propriedades termo-acústicas e ainda com adequada resistência para ser aplicado em alvenaria de vedação, enchimento de lajes, enchimento de estruturas e no isolamento de áreas de escape de incêndios em edifícios. É um material muito versátil, pois pode ser cortado, serrado, pregado, furado, lixado e pintado.

No entanto, o maior diferencial é seu peso. Enquanto uma alvenaria de tijolo cerâmico pesa em média 1.200 kg/m3, a alvenaria com bloco celular autoclavado pesa 500 kg/m3. No caso de enchimento de lajes ou lajes nervuradas, a substituição é de um material – o concreto armado convencional – de 2.500 kg/m3 por outro de 500 kg/m3. Proporciona, portanto, menores cargas nas fundações e estruturas mais esbeltas com redução de custo.

Há cinco anos, o sul do país conta com um fornecedor alternativo destes blocos: a Celucon, instalada na cidade de Morro da Fumaça, sul do estado de Santa Catarina. Conduzida por Antônio Carlos Zanon, a empresa e seus produtos conquistam a cada ano maior espaço na construção. Antônio Carlos aponta o sucesso em função das vantagens do material. Ele conta que além do isolamento termo-acústico, a redução do peso-próprio da alvenaria, rapidez de assentamento e precisão das dimensões reduzem o consumo de argamassa de revestimento. “As cerâmicas internas podem ser fixadas com argamassa colante diretamente sobre os blocos, o que além de economizar material reduz o prazo para execução do revestimento”, complementa.

Segundo Antônio Carlos, o desafio da empresa é popularizar ainda mais o uso dos blocos de concreto na construção de casas e prédios. Ele explica que o produto, além de reduzir os custos em até 15%, ainda apresenta uma série de outros benefícios. “Evidentemente essa redução de custos é referente à construção do imóvel até a etapa do reboco. Mas, além de baratear a obra, os blocos também oferecem agilidade, redução na mão-de-obra, boa resistência ao fogo e um excelente isolamento acústico e térmico. É um produto que tem ainda muito espaço na construção civil”, argumenta.

Créditos: Engº Jorge Aoki – Gerente de Assessoria Técnica Itambé

Jornalista Responsável: Rosemeri Ribeiro Mtb. 2696



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