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Itambé obtém upgrade na certificação ISO 9001

Comportamento e Carreira 29 de abril de 2009

A empresa cumpre simultaneamente requisitos de qualidade, meio ambiente e de saúde e segurança

Rogério Lunardon, gerente de qualidade da Itambé: implantar as certificações foi gratificante, mas o trabalho para manter é ainda mais agradável

Rogério Lunardon, gerente de qualidade da Itambé: implantar as certificações foi gratificante, mas o trabalho para manter é ainda mais agradável

Em março, a Cia. de Cimento Itambé passou por um upgrade em sua certificação ISO 9001 (gestão de qualidade), passando da versão 2000 para a 2008. Segundo o gerente de qualidade da empresa, Rogério Lunardon, a mudança exigiu requisitos que a empresa cumpriu tranquilamente, já que ela estava acompanhando a evolução da certificação. “Nos preparamos para dar esse upgrade de qualidade”, afirmou.

Agora, a Cimento Itambé tem os certificados ISO 9001:2008, ISO 14001:2004 (gestão ambiental) e a OHSAS 18001:2007 (norma referente à saúde e segurança do trabalhador). A empresa, que vem obtendo certificação desde 1996, avalia que o diferencial nestas conquistas é que o sistema integrou as três normas e cumpriu simultaneamente requisitos de qualidade, meio ambiente e de saúde e segurança. “Temos apoio integral de todos os departamentos da empresa para perseguir a excelência em nosso trabalho”, diz Lunardon, completando: “O que significa isso? Que a empresa forneceu ferramentas que ajudam na gestão do processo de busca de mais qualidade, menos impacto ambiental e mais segurança e saúde.”

Na prática, o que esses certificados representam para a Itambé? Eles trazem melhorias na rotina de trabalho da empresa. Além disso, torna a produção mais eficiente e incentiva os colaboradores a participar mais integrados à gestão e se sentirem atraídos pela busca das metas. “Isso já está incorporado no dia a dia da empresa”, relata Rogério Lunardon.

A Cimento Itambé passa a cada seis meses por auditorias de certificação da SGS ICS Certificadora Ltda. A companhia suíça, com escritório no Brasil, foi quem habilitou a Itambé a conseguir os certificados. O processo burocrático da certificação exige que se busque uma empresa reconhecida e independente.

Segundo Lunardon, o trabalho para implantar as certificações foi gratificante, mas o trabalho para manter é ainda mais agradável. “Quando as normas estão integradas ao sistema é por que tudo deu certo. Errado seria ficar fiscalizando para que as metas fossem atingidas. Há empresas que perdem seus certificados por isso. E se isso ocorre gera um desgaste grande para a imagem da corporação”, explica.

Para o consumidor dos produtos Itambé, as certificações se transformam em sinônimo de tranqüilidade. A maior parcela dos clientes são os consumidores industriais (construtoras, empresas de artefatos de cimento, pré-moldados e concreteiras) e o que eles precisam é de qualidade estável, ou seja, de produtos que não tragam surpresas desagradáveis para os resultados finais dos produtos deles. “É nisso que resultam as certificações. Elas dizem aos clientes que nossos produtos são feitos com qualidade, por pessoas que respeitam o meio ambiente e que trabalham com saúde e segurança”, comenta Rogério Lunardon.

Segundo o gerente de qualidade da Itambé, os clientes corporativos estão muito seletivos e preferindo as empresas com certificações. O que ele ressalta é que os consumidores de varejo também já começaram a prestar a atenção nesses requisitos. Hoje, cada vez mais, as certificações servem de referência para o comprador”, finaliza.

Certificações: a vantagem de uma empresa nascer com elas
* Rogério Campos Meira

Se para uma empresa consolidada o conjunto de Normas ISO, ou pelo menos algumas específicas, é necessário, o mesmo vale para aquelas que acabaram de nascer.

O principal atrativo destas certificações é, de fato, o caráter diferenciador que elas proporcionam para quem as tem. E isso resulta em destaque para a organização, uma vez que ao enquadrar uma empresa numa determinada norma, a mesma ganha um diferencial competitivo em relação às demais.

Não é a toa que quem possui um selo da ISO 9001, por exemplo, faz questão de deixá-lo à mostra. Afinal, o consumidor, ao vê-lo, reconhece que o produto ou o serviço prestado passou por uma rígida normatização.
Além destes benefícios, posso citar outro, como a facilitação dos processos internos, o que torna também mais simples o seu gerenciamento. A partir do momento em que ocorre a sistematização de uma tarefa, ela passa, então, a poder ser realizada por outros funcionários.

Faço ainda uma ressalva no quesito preparação: a companhia que deseja elaborar um sistema de padronização tem que contar com o envolvimento de todos os profissionais, do baixo ao alto escalão, para que o processo realmente dê certo. Sendo assim, as lideranças precisam ser as primeiras a cumprir as normas, para que não fique dúvidas quanto a relevância do projeto.

Dessa forma, encaro como fundamental para uma empresa o fato de que ela já nasça com a consciência da importância, e se possível a imediata implementação, das certificações.

Trabalhar com estas normas é estar atento às causas para não ter que remediar os problemas. Um exemplo simples: numa companhia em que a OHSAS 18001 (norma referente à segurança do trabalhador) esteja implantada, dificilmente algum profissional terá provas suficientes para entrar com uma ação trabalhista. Os padrões colaboram, também, para a proteção da organização no que diz respeito à sua imagem.

* Rogério Campos Meira é Engenheiro Mecânico, Mastère em Management de La Qualité pela ENSAM – França, Certified Quality Auditor, Certified Manager of Quality/Organizational Excellence e Certified HACCP Auditor pela ASQ – EUA e diretor-executivo da Academia Tecnológica de Sistemas de Gestão (ATSG).

Contato com articulista através da assessoria de imprensa: heloiza@imageassessoria.com.br

Jornalista responsável – Altair Santos MTB 2330 – Tempestade Comunicação



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