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A Força da União

Gestão Estratégica, Qualificação Profissional 2 de setembro de 2008

O clima de amizade e companheirismo entre os funcionários faz da Mineração da Itambé um ambiente único, cheio de energia positiva

Créditos: Rosemeri Ribeiro – Assessora de Comunicação

Antônio dos Santos, o funcionário mais antigo da Itambé, trabalha há 33 anos na Mineração. Ele lembra que quando começou não havia transporte, nem refeição e a estrada era de chão. “Mesmo assim, sempre gostei muito do ambiente de trabalho, pois desde o início foi cultivado o espírito de união. Esta é minha segunda casa, amo trabalhar aqui”, afirma.

Talvez esta união seja uma das razões pelas quais os resultados alcançados pela Mineração, que melhora dia após dia. Desde 2005, eles conseguiram reduzir o custo do calcário produzido (R$ por tonelada). O melhor de tudo, é que toda essa economia tem sido reinvestida no próprio local. E tem mais: no ano passado foram produzidas 1.392.855 toneladas de calcário, cerca de 9% a mais do que a melhor produção anterior, que foi de 1.281.422 toneladas em 1998.

Outro acontecimento bastante comemorado foi a reestruturação da segurança do trabalho. O projeto partiu de uma iniciativa das gerências de Mineração e de Qualidade, em meados de 2005. “Depois da minha vinda pra cá, um dos primeiros passos foi à adequação dos EPIs disponíveis às necessidades da Mineração”, comenta Ernani Jurandir Leal, Técnico de Segurança. Ele destaca os treinamentos PETS – Procedimento Escrito de Trabalho Seguro – e a participação maciça dos funcionários no Diálogo Diário de Segurança como fatores fundamentais na redução dos índices de acidentes na Mina.

Vilson Cardoso tem 29 anos de Mineração. Ele entrou em uma época onde a segurança dos funcionários era bem diferente de hoje. “Nós não tínhamos nada, só era fornecido o capacete. Mas logo me identifiquei com o local, principalmente pelo fato da grande maioria dos funcionários terem vindo do interior”, relembra.

Todos esses resultados positivos só foram alcançados graças aos treinamentos de conscientização sobre a importância da prevenção e também graças aos grandes investimentos por parte da empresa. José Álvaro Silva faz parte dessa grande família há 30 anos e conta que as principais mudanças aconteceram nos últimos 10 anos e foram pra melhor, em todos os sentidos. “Todo o maquinário mudou. Eu me aposentei em 1996, mas continuo trabalhando aqui porque gosto. Não largo isso daqui. Enquanto eu tiver saúde continuarei na Mina”.

Com tudo isso, o sentimento de pertencer a algo maior se tornou bastante presente entre os funcionários da Mina. “O pessoal sabe a importância do trabalho deles para todo o processo de produção do nosso cimento”, enfatiza Osvaldo, Gerente da Mineração.



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