Pesquisa discute perspectivas e desafios para 2023 no mercado imobiliário
Dados foram divulgados durante webinar com especialistas
Empresários do setor da construção participaram da pesquisa “Economia e Mercado Imobiliário: Perspectivas e Desafios para 2023“, realizada pela Brain e pela Secovi-SP e divulgada durante webinar realizado em 15 de fevereiro.
Estiveram presentes na live Celso Petrucci, presidente da Comissão da Indústria Imobiliária da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CII/CBIC), Ieda Vasconcelos, economista da CBIC, Marcos Kahtalian, fundador da Brain, e Fábio Tadeu Araújo, CEO da Brain.
A pesquisa em questão foi realizada em novembro de 2022 com cerca de 350 empresários, que destacaram o ambiente político-institucional, a taxa de juros elevada e o aumento de custos com materiais como sendo os fatores mais preponderantes que podem afetar os próximos lançamentos do setor.
Dados da pesquisa
Em relação à expectativa para o mercado imobiliário, 51% dos entrevistados consideram-na regular, enquanto 40% dizem ser boa. No final de 2022, quando a pesquisa foi feita, 55% dos empresários disseram estar investindo naquele momento, 40% só observando e 5% desinvestindo.
Além disso, 66% dos participantes acham excelente ou boa a expectativa para as próprias empresas nos próximos 12 anos, com 30% vislumbrando algo regular. No quesito segmentos que oferecem melhores oportunidades, 74% disseram ser o residencial, seguido de 41% para galpões, 38% para loteamentos e 14% para escritórios.
Opinião dos especialistas
Sobre as perspectivas para este ano, Ieda Vasconcelos diz que há expectativas positivas, mas, também, grandes desafios. “Colocando a construção civil de forma geral, e não só o mercado imobiliário, há dois anos nós crescemos acima do PIB do país”, explica. “Em 2021, a construção cresceu 10%, enquanto a economia nacional cresceu 5%. Em 2022, a economia cresceu 3%, de acordo com as expectativas, e a nossa projeção da construção, como um todo, é de 7%. Isso não significa que o setor estaria em ‘céu de brigadeiro’. Nós estamos recuperando uma parte dos 30% que caímos de 2014 a 2020.”
A economista da CBIC completa citando a importância do programa habitacional brasileiro. “Nós temos para este ano, em termos de crescimento, o que a gente já tinha lançado e o que nós estamos construindo, então vamos continuar o nosso desempenho positivo em 2023. E temos uma expectativa positiva ainda maior no segmento de baixa renda, com o lançamento de novas unidades – com projeção de mais de 2 milhões de unidades até 2026 – para a faixa de habitação social do Minha Casa, Minha Vida.”
Para Celso Petrucci, presidente da CII/CBIC, o setor tem muito chance de continuar crescendo. “Tem a resiliência do mercado imobiliário, do incorporador imobiliário e de quem trabalha com a indústria da construção civil. Eu sou um pouco mais otimista do que a média porque já é o 4º ano que estamos entrando com uma expectativa muito ruim, e os últimos três surpreenderam favoravelmente“, afirma. “E eu quero crer que vamos ter um ano onde a maturidade do setor imobiliário e do sistema financeiro de habitação vai fazer com que tenhamos resultados satisfatórios em relação a outros segmentos.”
Fontes
Brain
Secovi-SP
Celso Petrucci, presidente da CII/CBIC)
Ieda Vasconcelos, economista da CBIC
Jornalista responsável
Fabiana Seragusa
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