Gestão de pessoas na era do mais com menos: o que muda?

Dentro da nova realidade corporativa é a inteligência emocional quem vai fazer as empresas aumentarem ganhos e diminuírem gastos

Gestão de pessoas na era do mais com menos: o que muda?

Gestão de pessoas na era do mais com menos: o que muda? 1000 667 Cimento Itambé

Dentro da nova realidade corporativa é a inteligência emocional quem vai fazer as empresas aumentarem ganhos e diminuírem gastos

Por: Altair Santos

Na era do mais com menos, as empresas se movimentam com dois objetivos: aumento de ganhos e diminuição de custos. Mas o que vai materializar estas metas é o comprometimento e a eficácia das pessoas envolvidas com o projeto. Para isso, os colaboradores precisam dispor de nove virtudes, como define o psicólogo, coach e palestrante Bayard Galvão. São elas: concentração, dedicação, saber se relacionar, conduzir pessoas, agir com inovação, dominar a atividade, possuir timing, entender de relações custo/benefício e ter capacidade de assumir riscos com ponderação.

Dentro da nova realidade corporativa é a inteligência emocional quem vai fazer as empresas aumentarem ganhos e diminuírem gastos

Dentro da nova realidade corporativa é a inteligência emocional quem vai fazer as empresas aumentarem ganhos e diminuírem gastos

Segundo o especialista, dentro da nova realidade corporativa, é a inteligência emocional laboral que vai fazer a diferença. “O quanto cada indivíduo for eficiente nestas respectivas virtudes, configurará o nível de inteligência emocional laboral (IEL). A IEL é resultante de quanto o funcionário ou empresário faz uso dos nove pontos acima mencionados”, afirma Bayard, destacando que a IEL não nasce com o indivíduo, ao contrário da inteligência emocional. “Ela é despertada com treinamento e domínio do conhecimento na área de atuação”, completa.

Dentro das nove virtudes que podem ajudar as corporações, a concentração é uma das mais importantes, pois permite resolver um problema de cada vez. “Ela também ajuda a lidar com pressão, sem se perder, e a administrar o estresse”, diz Bayard Galvão. Quanto à dedicação, o especialista define que a principal virtude é que ela faz o profissional ver a empresa como a fonte de renda que o sustenta. “Voltar-se contra ela ou não se dedicar a ela, é não se dedicar ao próprio crescimento profissional e financeiro”, define. Quem assimila essa regra, opera melhor na era do mais com menos.

Vínculos saudáveis
Criar um bom ambiente de trabalho também é essencial nesta nova filosofia corporativa. O motivo, Bayard Galvão explica: “Poucas pessoas sabem gerar vínculos saudáveis nos seus trabalhos, ocasionando desavenças desnecessárias, que, por sua vez, diminuem o ganho da empresa, assim como um provável aumento de custo da empresa, através de processos trabalhistas”. Por isso, completa, saber conduzir pessoas é fundamental. “É importante conhecer os aspectos mais basais de como as pessoas funcionam, entender os limites de cada um e, com esse conhecimento, propor objetivos e expectativas realistas para cada pessoa”, diz.

No novo cenário corporativo, inovar, dominar a atividade e ter timing são também virtudes importantes. Quem tem essas características se adapta mais rápido às mudanças tecnológicas, estuda mais e percebe melhor as mudanças do mercado. O profissional passa a ter uma melhor percepção do que é custo/benefício, vantagem/desvantagem, risco/benefício, e esforço/ganho. “A maioria das pessoas é imediatista. Poucas se preparam ou planejam os caminhos da vida, tanto profissionais quanto pessoais. Quem tem essas percepções assume riscos com ponderação e preparação, contribuindo com a saúde da empresa”, reflete Bayard Galvão.

Entrevistado
Bayard Galvão
, psicólogo, coach e palestrante

Contato
bayard@institutobayardgalvao.com.br

Crédito Foto: Divulgação

Jornalista responsável: Altair Santos MTB 2330
VEJA TAMBÉM NO MASSA CINZENTA

MANTENHA-SE ATUALIZADO COM O MERCADO

Cadastre-se no e receba o informativo semanal sobre o mercado da construção civil