Startup une esforços por projetos arquitetônicos sociais


Realizada em novembro de 2017, a Hack.Habite foi a primeira hackthon da construção civil no país


Startup une esforços por projetos arquitetônicos sociais


Startup une esforços por projetos arquitetônicos sociais
 800 445 Cimento Itambé

Maratona juntou programadores com estudantes de engenharia e arquitetura para gerar melhorias habitacionais em Recife-PE

Em novembro de 2017, em Recife-PE, aconteceu a Hack.Habite – a primeira hackathon da construção civil no país -, com o propósito de gerar melhorias habitacionais e alternativas mais eficientes para projetos arquitetônicos para as classes C e D. O evento foi promovido pela Habite (startup especializada em democratizar serviços de arquitetura), a Trampolim Academy (plataforma de experiências e conhecimento em Design) e o Porto Digital (parque tecnológico instalado na capital pernambucana).

Realizada em novembro de 2017, a Hack.Habite foi a primeira hackthon da construção civil no país


Realizada em novembro de 2017, a Hack.Habite foi a primeira hackathon da construção civil no país

Um dos objetivos foi criar projetos que permitissem microempreendedores individuais adaptar suas residências para ter um espaço de trabalho dentro da habitação. A Hack.Habite contou com a participação de 30 estudantes de engenharia civil, arquitetura e design, que atuaram em conjunto com programadores para propor soluções aos problemas habitacionais apresentados. Recife-PE foi a escolhida, não pela Habite estar localizada na cidade, mas também por ter cerca de 250 mil moradias em condições inadequadas de habitação

A primeira hackathon da construção civil teve 54 horas de duração. Na fase inicial da maratona, os estudantes tiveram que ir às comunidades para entender as necessidades dos microempreendedores e suas dificuldades de produção, diante da situação habitacional, social e econômica vulnerável do lugar onde moram. Os assistidos pelo projeto moram em habitações de interesse social e as reformas propostas precisavam se alinhar à renda dos moradores.  O desafio era criar um espaço de trabalho sem prejudicar os demais cômodos de convivência comum das casas.

Outros programas envolvidos

Estudantes que participaram da Hack.Habite visitaram as casas que serão reformadas

Estudantes que participaram da Hack.Habite visitaram as casas que serão reformadas

Três projetos-piloto foram priorizados e terão as obras iniciadas em março de 2018. Entre os microempreendedores escolhidos está a doceira Dayane, que terá sua cozinha reformada para permitir que ela consiga produzir sem interferir na rotina da casa. A reforma será subsidiada e envolverá a Plan International – ONG voltada à proteção de crianças jovens e adolescentes -, a qual desenvolve o programa Jovens Construindo o Futuro. Trata-se de um projeto que busca qualificar para o mercado de trabalho quem se encontra enquadrado no estereótipo da “geração nem nem”  (aquela que nem estuda nem trabalha).

Neste caso, jovens que estão se qualificando para atuar na construção civil é que irão atuar como mão de obra nas reformas, supervisionados pelos especialistas da ONG. Há um cuidado especial com o projeto nascido na Hack.Habite, pois está sendo aplicada a metodologia design thinking, baseada em pesquisas, brainstorms, seleção de ideias e prototipagem, a qual permitirá levar os conceitos aplicados nas casas que fazem parte do projeto-piloto para outros programas voltados à recuperação de habitações de interesse social.

Entrevistados
Habite, Plan International, Porto Digital e StartSe – aceleradora de startups
(via assessorias de imprensa e redes sociais)

Contatos
plan@plan.org.br
portodigital@portodigital.org
@habitesocial
www.facebook.com/habitesocial

CréditoFotos: Habite

Jornalista responsável: Altair Santos MTB 2330
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