Programa PIPA é modelo de responsabilidade social

Programa PIPA é modelo de responsabilidade social

Programa PIPA é modelo de responsabilidade social 150 150 Cimento Itambé

Itambé leva qualidade de vida ao entorno de sua fábrica e mineradora, investindo em educação e saúde

Escola Irmã Rosalina - Dia das Crianças

Escola Irmã Rosalina - Dia das Crianças

As empresas descobriram que uma das formas de se tornarem competitivas está associada a fazer o bem. Só que esse bem deve ultrapassar o conceito antigo de filantropia. Hoje, o que prevalece é a responsabilidade social das corporações, cujo conceito é o comprometimento permanente com o desenvolvimento econômico e a qualidade de vida de seus empregados, de suas famílias, da comunidade local e da sociedade onde está inserida.

Dentro desta filosofia, a Cimento Itambé desenvolve desde 2001 o PIPA (Programa Itambé de Participação Social). O projeto prioriza a educação e a saúde nas comunidades de Balsa Nova, onde se localiza a fábrica da empresa, e Campo Largo, onde está a mineradora. “Nosso programa se sustenta em três vértices: valorização do potencial humano, respeito ao meio ambiente e contribuição com as comunidades”, explica Rosemeri Ribeiro, coordenadora de comunicação corporativa e responsabilidade social da Itambé.

Em Balsa Nova, a comunidade diretamente beneficiada é a que vive no Jardim Serrinha. Em Campo Largo, o programa atinge os moradores de Itambezinho. São mais de três mil pessoas que já ganharam postos de saúde e reformas nas escolas através de investimentos diretos da Itambé. “Nós não repassamos verba. Desenvolvemos nossos próprios projetos e aplicamos nossa expertise, que é construir. Fazemos o diagnóstico social, ouvindo as associações de moradores e o poder público, mas o programa é 100% capitaneado pela Itambé”, revela Rosemeri.

O PIPA conta com a participação efetiva de outros departamentos da Itambé, como a área de Novos Projetos, que viabiliza a mão de obra para as construções. Além disso, as localidades beneficiadas diretamente têm relação com as famílias dos funcionários e dos terceirizados da empresa. O objetivo do programa é ser um agente transformador do entorno da fábrica e da mineradora da Itambé. “É aquela história de que boas cercas fazem bons vizinhos”, assegura a coordenadora do programa.

Com a melhoria de infraestrutura, sobretudo nas escolas do Jardim Serrinha e de Itambezinho, a Itambé vem detectando um impulso na qualidade dos alunos. Os estabelecimentos de ensino, que antes atendiam apenas até o ensino fundamental, agora já têm espaço e infraestrutura para o ensino médio. As escolas também passaram a conceder cursos de alfabetização. “Isso vai se refletir na qualidade dos funcionários da Itambé no futuro. Já que muitos dos estudantes de hoje poderão se tornar funcionários da empresa no futuro”, avalia Rosemeri.

Visita da escola XV de Novembro na AFISC

Visita da escola XV de Novembro

Ganhador de uma série de prêmios ao longo destes oito anos, o PIPA não é o único projeto de responsabilidade da Itambé. A empresa realiza ações também com seus stakeholders – acionistas, funcionários e clientes -, promovendo cursos de capacitação e investindo constantemente em seu quadro corporativo. São empreendimentos que reforçam a imagem e o código de ética da empresa. “O principal legado disso tudo é a transparência. A Itambé busca o lucro, como todas as empresas o fazem, mas busca também transformar a vida das pessoas. Esse é o verdadeiro conceito de responsabilidade social”, finaliza Rosemeri Ribeiro.

Artigo complementar

Projetos sociais e empresas

Evelyne Leandro*

A sociedade, ao refletir sobre a parcela de responsabilidade social cabível às empresas, tem alcançado grandes conquistas. A principal delas é que as empresas começam a reconhecer que são responsáveis pelo que fazem ao ambiente em que estão inseridas e partem do princípio básico de que o que tiram devem devolver.

A Responsabilidade Social Empresarial (RSE) pode ser efetuada através de pequenos projetos sociais internos ou externos à empresa. Os internos atendem aqueles que se relacionam diretamente com a empresa, os chamados stakeholders, como: funcionários, acionistas, clientes, fornecedores, comunidade etc. Ações simples, como o estabelecimento do código de ética, podem auxiliar a iniciar o processo de integração da responsabilidade social aos valores da empresa.

A RSE não se restringe a execução de projetos sociais apenas, é uma nova forma de administrar e produzir recursos de forma sustentável. Isso quer dizer que a RSE vai do microambiente (as instalações da empresa e seus stakeholders) até o macroambiente (a cidade, o estado ou o país a que pertence).

São consideradas ações externas os projetos sociais executados por intermédio de outra organização, a exemplo do financiamento de projetos de ONG’s (Organizações Não Governamentais). A marca da empresa aparece como patrocinadora do projeto, estando presente nas ações de comunicação e divulgação do projeto, fortalecendo sua imagem como empresa socialmente responsável.

Esses projetos sociais podem ser considerados como parte do conjunto de realizações da empresa, com parceria ou não de outras empresas apoiadoras. Mais que isso, devem se tornar um hábito, parte da cultura empresarial, como requisito para uma gestão responsável e contributiva.

* Consultora especialista em Terceiro Setor e responsabilidade Social
Email: evelyne.leandro@gmail.com

Jornalista responsável – Altair Santos MTB 2330 – Vogg Branded Content

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