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Mão de obra da construção civil adota novo modelo de prestação de serviço

Gestão, Mercado da Construção 10 de novembro de 2011

A figura do “pedreiro” cede espaço para empresas especializadas em reforma de imóveis e que agregam profissionais capazes de desenvolver multitarefas

Por: Altair Santos

A falta de mão de obra na construção civil não atinge apenas empreendimentos imobiliários e grandes obras estruturais. Ela afeta também o mercado das pequenas reformas. Só que, neste setor, a escassez de especialistas estimulou um novo modelo de serviço.  A figura do “pedreiro” cedeu espaço para empresas que desempenham multitarefas, como solucionar problemas hidráulicos e elétricos ou recuperar fachadas e promover reparos em imóveis.

David Pinto, da Doutor Resolve: criada no interior de São Paulo, hoje tem franquias espalhadas em todo o Brasil.

Bem sucedido, o novo segmento estimula ainda mais o chamado “consumo formiguinha” no comércio de material de construção. Segundo dados da ANAMACO (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção) a venda no balcão já representa 77% do volume de produtos negociados anualmente pelas lojas do Brasil. “É um comércio que não para e a gente está atrelado a isso”, conta David Pinto, dono Doutor Resolve.

A empresa de David Pinto é pioneira neste novo modelo de prestação de serviço na construção civil. Fundada em São José do Rio Preto-SP, a Doutor Resolve já conta com 400 franquias espalhadas pelo país e movimenta por ano cerca de R$ 50 milhões em material de construção. “Entre os reparos mais solicitados, nós temos três carros chefe: a alvenaria, a elétrica e a hidráulica. Temos até um dado do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) que aponta que pelo menos uma vez por ano um imóvel requer algum tipo de reparo ou reforma. Assim, nossa expectativa é de constante crescimento”, diz o empresário.

Atualmente, a expansão das reformas tem dois vieses. Um está concentrado no mercado de imóveis novos. “Tem havido uma grande demanda neste setor, porque os compradores sempre querem mudar algo e isso gera um volume de empreitadas”, conta David Pinto. O outro se deve à falta de terrenos para construir. “Isso leva às famílias a reaproveitarem os espaços, seja reformando a casa que existe ou construindo novas peças”, diz o dono da Doutor Resolve.

Segundo pesquisa de potencial de mercado, realizado pela Ibope Inteligência, em 2011 o consumo per capita dos brasileiros com material de construção deve fechar em R$ 469. Isso gera a expectativa de que o ano se encerre com um volume de vendas de R$ 76,4 bilhões para o setor. A região sudeste absorve maior parte deste consumo, com 54,2%. Os estados do sul, no entanto, projetam o maior gasto per capita do país: R$ 559.

Confira o estudo completo:
http://www.ibope.com.br/download/110314_Release_Pyxis_Material_de_Constru%C3%A7%C3%A3o.pdf

Entrevistado
David Pinto, presidente da Doutor Resolve
Currículo

-David Pinto, 27 anos, é empresário no ramo de venda de serviços ao varejo e, especialmente, em franquias, com ampla experiência no setor

Contato:   presidencia@doutorresolve.com.br / operacoes@doutorresolve.com.br  / http://www.doutorresolve.com.br/Dr-Resolve-Doutor-Resolve.aspx
Crédito: Divulgação

Jornalista responsável: Altair Santos – MTB 2330


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