Mão de obra da construção civil adota novo modelo de prestação de serviço

Mão de obra da construção civil adota novo modelo de prestação de serviço

Mão de obra da construção civil adota novo modelo de prestação de serviço 150 150 Cimento Itambé

A figura do “pedreiro” cede espaço para empresas especializadas em reforma de imóveis e que agregam profissionais capazes de desenvolver multitarefas

Por: Altair Santos

A falta de mão de obra na construção civil não atinge apenas empreendimentos imobiliários e grandes obras estruturais. Ela afeta também o mercado das pequenas reformas. Só que, neste setor, a escassez de especialistas estimulou um novo modelo de serviço.  A figura do “pedreiro” cedeu espaço para empresas que desempenham multitarefas, como solucionar problemas hidráulicos e elétricos ou recuperar fachadas e promover reparos em imóveis.

David Pinto, da Doutor Resolve: criada no interior de São Paulo, hoje tem franquias espalhadas em todo o Brasil.

Bem sucedido, o novo segmento estimula ainda mais o chamado “consumo formiguinha” no comércio de material de construção. Segundo dados da ANAMACO (Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção) a venda no balcão já representa 77% do volume de produtos negociados anualmente pelas lojas do Brasil. “É um comércio que não para e a gente está atrelado a isso”, conta David Pinto, dono Doutor Resolve.

A empresa de David Pinto é pioneira neste novo modelo de prestação de serviço na construção civil. Fundada em São José do Rio Preto-SP, a Doutor Resolve já conta com 400 franquias espalhadas pelo país e movimenta por ano cerca de R$ 50 milhões em material de construção. “Entre os reparos mais solicitados, nós temos três carros chefe: a alvenaria, a elétrica e a hidráulica. Temos até um dado do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) que aponta que pelo menos uma vez por ano um imóvel requer algum tipo de reparo ou reforma. Assim, nossa expectativa é de constante crescimento”, diz o empresário.

Atualmente, a expansão das reformas tem dois vieses. Um está concentrado no mercado de imóveis novos. “Tem havido uma grande demanda neste setor, porque os compradores sempre querem mudar algo e isso gera um volume de empreitadas”, conta David Pinto. O outro se deve à falta de terrenos para construir. “Isso leva às famílias a reaproveitarem os espaços, seja reformando a casa que existe ou construindo novas peças”, diz o dono da Doutor Resolve.

Segundo pesquisa de potencial de mercado, realizado pela Ibope Inteligência, em 2011 o consumo per capita dos brasileiros com material de construção deve fechar em R$ 469. Isso gera a expectativa de que o ano se encerre com um volume de vendas de R$ 76,4 bilhões para o setor. A região sudeste absorve maior parte deste consumo, com 54,2%. Os estados do sul, no entanto, projetam o maior gasto per capita do país: R$ 559.

Confira o estudo completo:
http://www.ibope.com.br/download/110314_Release_Pyxis_Material_de_Constru%C3%A7%C3%A3o.pdf

Entrevistado
David Pinto, presidente da Doutor Resolve
Currículo

-David Pinto, 27 anos, é empresário no ramo de venda de serviços ao varejo e, especialmente, em franquias, com ampla experiência no setor

Contato:   presidencia@doutorresolve.com.br / operacoes@doutorresolve.com.br  / http://www.doutorresolve.com.br/Dr-Resolve-Doutor-Resolve.aspx
Crédito: Divulgação

Jornalista responsável: Altair Santos – MTB 2330
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