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Itambé Itambé - Cimento para toda obra

Publicado por: Itambé Empresarial em 27 de julho de 2009

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Lançada etiqueta que classifica edifícios conforme o consumo de energia

Construções participantes do programa serão analisadas em três aspectos: envoltório, sistema de iluminação e condicionamento de ar

A Eletrobrás e o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) lançaram no dia 2 de julho a Etiqueta de Eficiência Energética de Edificações Comerciais, de Serviços e Públicos, que vai classificar os prédios conforme seu consumo de energia. A iniciativa faz parte do Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE).

As construções participantes do programa serão analisadas em três aspectos: envoltório (fachada e entorno), sistema de iluminação e condicionamento de Ar. A partir dessa avaliação, os edifícios receberão etiquetas que vão de A (melhor nível de eficiência,) até E (pior qualificação). Na fase inicial do projeto, a participação é voluntária, mas, gradualmente, ela passará a ser obrigatória. Há ainda previsão de incluir os prédios residenciais na classificação.

A intenção é facilitar o entendimento da eficiência energética das construções “para que o consumidor possa escolher o melhor prédio de acordo com seus interesses de ter uma conta de energia menor e de poder contribuir para resolver o problema da sustentabilidade do mundo”, ressaltou o presidente do Inmetro, João Jornada.

Para o presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil de São Paulo, Sergio Watanabe, embora possa levar a aumento no preço dos imóveis, a etiqueta terá um apelo para o consumidor. Ele explicou que, “apesar de o valor subir no primeiro momento, os edifícios economicamente sustentáveis devolverão esse aumento de preço durante a manutenção da edificação em seu período de vida útil”.

A incorporação de edifícios antigos também está entre os objetivos do programa. Segundo João Jornada, “uma boa reforma” pode proporcionar economia de até 30% na conta de luz de um condomínio.

O presidente da Eletrobrás, José Antonio Muniz, destacou que a adequação das construções brasileiras à necessidade de sustentabilidade ambiental “gera um impacto enorme no papel do Brasil como player na questão da emissão de gases causadores do efeito estufa”.

Fonte: Agência Brasil

 
Jornalista responsável – Altair Santos MTB 2330 – Tempestade Comunicação

Publicado por: Itambé Empresarial em 27 de julho de 2009

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Empresas são desafiadas a se conectar às redes sociais

Intenção de fidelizar clientes é o que mais motiva as corporações a recorrerem às novas mídias. Especialistas, no entanto, alertam para os prós e os contras

Twitter, MySpace, Facebook e Orkut são algumas das dezenas de ferramentas das redes sociais que recentemente passaram a despertar a atenção das empresas. Motivo: as corporações estão em busca de respostas para se aproximar cada vez mais dos consumidores. As antenadas já mantêm equipes somente para atuar neste segmento de mídia, tentando um contato com o público-alvo e verificando formas de melhorar a imagem.

Luciano Salamacha: palavra-chave para as empresas que entram nas redes sociais é transparência

Luciano Salamacha

Há também as que resistem, acreditando que as redes sociais são mero modismo e não trarão as respostas de que necessitam. Quem tem razão? Ambas. O que ocorre, explica o professor do Instituto Superior de Administração e Economia da Fundação Getúlio Vargas (ISAE/FGV), Luciano Salamacha, é que as redes sociais não vão funcionar em todas as empresas. Tudo depende muito do nicho em que elas atuam. “Se a empresa obtiver eficácia, as redes sociais vão entrar para o seu dia a dia. Caso contrário, serão vistas como modismo”, diz. 

Ainda segundo Salamancha, quando você tem um mercado mais específico, dá para trabalhar bem nas redes sociais. Agora, quando se vai para atividades empresariais que dependem de mais experiência, de contato, de desenvolvimento, talvez as redes sociais não sejam relevantes. Veja o caso de uma empresa que vende móveis. Ela não consegue induzir o consumidor a sair de casa para comprar um guarda-roupa da marca tal. Isso funciona bem com a indústria automobilística e da moda, por exemplo.” 

Sérgio Coelho

Sérgio Coelho

No entanto, independentemente de seu nicho de atuação, a empresa que quiser entrar nas redes sociais precisa saber que aquele ambiente não é dela. É como se estivesse entrando na casa de uma pessoa. Por esse motivo é que se prega tanto a necessidade de critérios de transparência e de entrega de valor. Como explica Sérgio Coelho, diretor de mídia da Midiaweb – empresa especializada em internet. “A rede social é do povo. Então, quando uma empresa adentra esse mundo precisa entender que, em um primeiro momento, está ali como intrusa”, afirma.

Transparência

A palavra-chave para as empresas que entram nas redes sociais é transparência. Há casos de algumas que sondam o ambiente como usuários comuns. Fazer isso é perigoso, explica Luciano Salamacha. “Não considero isso ético e não considero uma atitude com longevidade garantida. Ao contrário, acredito que as empresas devem assumir o seu papel dentro destas comunidades declarando efetivamente qual é o seu propósito e o que eles estão fazendo. A opção pelo anonimato é muito perigosa”, alerta.

Sérgio Coelho cita a Nike como modelo em transparência. “Ela desenvolve redes para atletas e promove comunidades, convidando as pessoas que gostam de corrida, de futebol e outras modalidades. O moderador da rede dá dicas bacanas, promove debates e estimula as comunidades a criarem seus próprios conteúdos. Cabe aos empresários perceber o que seu público pensa e, a partir disso, se aprimorar”, diz.

No universo empresarial brasileiro, os especialistas admitem que são poucos os donos de empresas que já entenderam bem o que é e para que servem as redes sociais. No entender de Luciano Salamacha, o que acontece é um choque de gerações. “As decisões ainda são tomadas pela geração X, que são aqueles nascidos entre 1965 e 1978, mas é a geração Y, nascida entre 1979 e 1992, que efetivamente mais conhece as redes sociais. Trazer e gerenciar estas pessoas nas empresas ainda está sendo um desafio.”

Sérgio Coelho recomenda que essa identificação seja feita por especialistas no assunto. “Quando se decide investir em redes sociais é preciso ter o suporte de uma empresa especialista, capaz de criar, monitorar as redes e seus resultados.” Para ele, a grande maioria das empresas ainda precisa conhecer as oportunidades das redes sociais. “Porém, quando apresentamos os dados sobre os usuários brasileiros da rede e quando deixamos claro o quanto este mercado é promissor, os empresários abrem os olhos para a necessidade de investir em redes sociais”, garante.

 

Entrevistados:
Luciano Salamacha - Email: luciano@salamacha.com.br
Site: www.salamacha.com.br

Sérgio Coelho – Email: sergio@midiaweb.com.br

  

Textos complementares

Benefícios que uma empresa tem ao adotar as redes sociais
* Capacidade de geração on-line de informação. 
* Possibilidade de mapear e rastrear clientes. 
* Customização da mensagem. 
* Capacidade de construir conceitos. 
* Difusão da marca.

 

Investir em mídias sociais aumenta receita de empresas, diz estudo
Segundo uma pesquisa realizada pela Altimer Group e Wetpaint, as empresas que investem em mídias sociais apresentam melhores resultados e receitas. A pesquisa foi feita com as 100 empresas mais valiosas do mundo, apontadas pela Business Week.

O investimento em mídias sociais representou um crescimento, em média, de 18% nos últimos 12 meses.  As empresas que investiram menos ou se mostraram pouco engajadas diminuíram 6%, em média, na receita no mesmo período.

Starbucks, Dell, eBay, Google e Microsoft lideram a lista das empresas mais engajadas na mídia social e com melhores resultados, seguidas pela Thomson Reuters, Nike, Amazon, SAP, Tie – Yahoo!/Intel.

O estudo considerou como mídias sociais canais como blogs, Facebook, Twitter, wiki e fóruns de discussão.

Fonte: comunique-se.com.br

 

Definição para redes sociais
Redes sociais são comunidades on-line em que as pessoas podem se agrupar e compartilhar ideias, perspectivas, opiniões, experiências. Utilizam como ferramentas das mídias sociais texto, imagem, áudio e vídeo. As redes sociais podem ser definidas como uma forma diferente de se expressar.

 

 

Jornalista responsável – Altair Santos MTB 2330 – Tempestade Comunicação

Publicado por: Itambé Empresarial em 16 de dezembro de 2008

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Plaenge lançou moda no Brasil

Construtora criou a opção de plantas flexíveis e hoje é copiada pela concorrência.

Aloizio Henrique Pereira

Aloizio Henrique Pereira

Lançar empreendimentos imobiliários em que a planta do apartamento pode ser alterada pelo cliente virou moda no Brasil. Mas quem foi o pioneiro neste projeto? A Plaenge, que há mais de 40 anos atua no mercado de construção civil no país, é a dona da idéia. Em 1995, depois de ter sido a primeira a adotar o conceito de apartamento decorado, a construtora teve a iniciativa de oferecer mais esse diferencial aos compradores de seus imóveis.

A certeza de que se tratava de uma excelente idéia era tanta que a Plaenge decidiu patenteá-la no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI). A autarquia federal, vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, é a responsável no Brasil pelos registros de marcas, concessão de patentes, averbação de contratos de transferência de tecnologia e de franquia empresarial. Em tese, quem hoje quiser adotar o sistema de plantas flexíveis em seus empreendimentos têm de pedir autorização à construtora.

Para o gerente comercial da regional Curitiba da Plaenge, Aloizio Henrique Pereira, 52 anos, o sistema de plantas flexíveis congrega marketing, atendimento ao cliente e um novo conceito de construção. “Eu gosto de usar o exemplo do pãozinho. Toda padaria faz pãezinhos, mas os da nossa têm um sabor especial”, diz. O melhor, segundo Aloizio, é que a obra não encarece para o cliente. “Quando o projeto é concebido, ele já contempla as variações. Isso significa que não há alteração de custo durante a execução e nem risco de atrasar o cronograma de entrega”, garante.

A Plaenge oferece cinco modelos de plantas flexíveis. Eles permitem, por exemplo, que o cliente possa acrescentar um quarto a mais ou transformar um quarto em sala. Existe ainda a possibilidade de se deixar um cômodo com mais espaço ou de se agregar um escritório ao apartamento. “As plantas flexíveis só não permitem alterar cozinhas, suítes e banheiros para não ferir a convenção da engenharia sobre áreas úmidas”, diz Aloizio.

O sistema, que serve tanto para edifícios residenciais quanto para comerciais, é um propulsor de vendas da Plaenge. “O mercado assimilou 100% a idéia. A ponto de sermos imitados, o que muito nos orgulha”, diz Aloizio, confessando que o boca a boca acaba sendo o grande marketing das plantas flexíveis. “Quem compra fica tão satisfeito que acaba recomendando para amigos e parentes, e daí não tem quem segure”, diz.

Publicado por: Itambé Empresarial em 16 de dezembro de 2008

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Cimento Itambé lança novo site

Ferramenta amplifica comunicação e passa a atender melhor os diversos públicos da companhia.

No dia 10 de dezembro, a Itambé lançou seu novo site, que utiliza todas as ferramentas de um portal corporativo, adotando linguagem e conteúdo adequados para levar informação e serviços aos diversos públicos da empresa – clientes, funcionários, formadores de opinião, profissionais e estudantes.
Desenvolvido pela Midiaweb, o site foi totalmente remodelado e traz muitas novidades. Entre elas, informações sobre as Normas ABNT. O conteúdo técnico foi reunido em um único local, com informações de palestras, artigos e pesquisas, vídeo do processo de fabricação, indicadores de mercado, grandes obras de concreto armado e muito mais.

Com um novo projeto gráfico e mais funcionalidades, o endereço www.cimentoitambe.com.br está ainda mais moderno, atraente e fácil de navegar. Além disso, agregou espaços destinados à promoção do conhecimento e à troca de experiências nas áreas técnicas da construção civil e na área de gestão e marketing. Para isso, os informativos eletrônicos Itambé Empresarial e Massa Cinzenta também foram transformados para o formato de blog, favorecendo ainda mais a interatividade com os leitores. Além de encontrar rapidamente os assuntos de seu interesse, o usuário pode comentar os textos, ver quais são os assuntos mais buscados e navegar por tags relacionadas a cada texto.

Outro diferencial é uma área que reúne todas as formas de contato com a Itambé – Atendimento e Programação on-line, Ligue Cimento Itambé, esclarecimento de dúvidas e formulários de contato com a empresa.

Para Sérgio Coelho, diretor de planejamento da Midiaweb, o novo site da Itambé valoriza o interesse e as necessidades dos usuários, ou seja, o site foi planejado e desenvolvido para atender da melhor forma possível aos diversos públicos da companhia. “A interface, mais moderna e dinâmica, deixa em evidência os principais atrativos do site. O design, claro e objetivo, e com fontes maiores, além de agradável, facilita a visualização dos itens e das informações mais importantes”, comenta.

Ele ressalta também o processo de reorganização do conteúdo institucional: “As informações foram reagrupadas de maneira mais coerente com o que o usuário busca e agora podem ser acessadas mais facilmente”.

Porém, Sérgio diz que o maior diferencial do projeto foi trazer o conteúdo do Itambé Empresarial, do Massa Cinzenta e da Área Técnica para o primeiro plano. No novo site, a entrega destes conteúdos utiliza a mesma estrutura mecânica dos blogs, tornando-a muito mais dinâmica e interativa. Agora, além de poder receber as informações sob demanda, via RSS ou newsletter, o site estimula o usuário a compartilhar, comentar e indicar conteúdos. “Esta é a verdadeira web que presta serviço, feita realmente para o usuário”, conclui Sérgio Coelho.

Lycio Vellozo, diretor comercial da Itambé, afirma que o objetivo do novo site é fortalecer ainda mais os diferenciais da empresa, que vão muito além de oferecer produtos e serviços de qualidade. Segundo ele, a promoção do conhecimento é um dos principais focos da Itambé. “Queremos que clientes, profissionais do setor, funcionários, estudantes e demais interessados na área da construção civil, tenham à disposição uma ferramenta de consulta constante, com informações exclusivas e direcionadas”, afirma. Esta é mais uma importante ação de relacionamento da Itambé com o mercado.

Créditos: Vanda Pereira Cúneo – Assistente de Marketing

Publicado por: Itambé Empresarial em 12 de agosto de 2008

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A experiência é importante. Estar aberto a inovações, também

Além da experiência adquirida, é preciso estar atento aos novos elementos e aprender com eles

José Otto Segui Temporão - Gerente Jurídico da Itambé

José Otto Segui Temporão - Gerente Jurídico da Itambé

Recentemente participei de um simpósio no qual um dos palestrantes ressaltou, por diversas vezes, sua insatisfação por aprender tão pouco a partir da sua própria experiência. Vindo de tal pessoa, amplamente reconhecida no mundo empresarial e acadêmico por sua capacidade de inovação e gestão, tal afirmação foi razão de enorme inquietação, principalmente pela dificuldade de alcançar naquele momento, com precisão, todo seu significado.

Mas, enfim, de forma sucinta, como experiência e inovação se relacionam?

É fato que, desde a infância, a maior parte do aprendizado se dá a partir da experiência, mestre inseparável do desenvolvimento humano. Há, inclusive, teorias que estudam o aprendizado, demonstrando, estatisticamente, que em processos repetitivos, o tempo necessário para concluir uma tarefa será menor cada vez que ela for repetida, e que essa redução no tempo segue um padrão previsível, o que se denomina curva de aprendizado.

A possibilidade da transmissão de experiências anteriores de forma massificada, obtida após a criação da prensa tipográfica, foi uma das maiores alavancas para a evolução da sociedade. A partir de tal invenção, foi possível, de forma mais ampla, aproveitar o conhecimento de outras pessoas, retratado principalmente em livros, e, a partir daí, prosseguir, alcançando-se grandes avanços para a humanidade.

Atualmente somos testemunhas vivas de nova revolução em curso a respeito da forma como utilizamos o conhecimento. Esta revolução é proporcionada principalmente pela internet e por todos os mecanismos altamente inovadores dela derivados, como, por exemplo, os sites de busca, que identificam, em frações de segundo, milhões de informações que levaríamos talvez anos para selecionar, caso utilizássemos os instrumentos mais modernos disponíveis há pouco mais de uma década.

Apesar de vivenciarmos transformação de tal magnitude, por vezes somos levados a tentar resolver os desafios que se apresentam neste novo contexto de mundo com fórmulas e conceitos que outrora eram válidos, mas que para problemas atuais podem ser absolutamente ineficazes. Pensando em tal cenário, é interessante lembrar a famosa frase de Einstein, na qual “Os problemas significativos com os quais nos deparamos não podem ser resolvidos no mesmo nível de pensamento em que estávamos quando eles foram criados.” (tradução livre).

Tal constatação não sugere, de forma alguma, abdicar da experiência já obtida, capaz de nos revelar padrões importantíssimos aptos a propiciar correções de rumos e efetivas vantagens competitivas. Indica, sim, a necessidade de, não obstante toda a experiência já acumulada, estar atento aos novos elementos, e a partir deles obter novos aprendizados.

Considerando ser a inovação – vista de uma forma ampla, não apenas relacionada a produtos e serviços – essencial para a sobrevivência de qualquer empresa, eis que sem ela, ser aniquilado pelo mercado será apenas uma questão de tempo, um dos maiores desafios que se apresentam é como alcançá-la, e, mais do que isso, como tornar a busca por inovação uma constante nas organizações, a fim de que seu futuro seja sempre promissor.

Apesar de tal resposta não ser nada simples, parece não ser possível atingir tal patamar se não houver nas organizações ambiente no qual inovação seja sinônimo de tentar e poder errar, aprendendo a partir do erro. Empresas que nada desejam mudar, talvez por receio do desconhecido ou por não aceitar a nova ordem, serão, sem dúvida, ultrapassadas por outras, que, sem medo de errar, alcançarão o que se tinha por inatingível, chegando lá primeiro e colhendo todos os frutos de sua ousadia.

Deve se ter claro, entretanto, que tais premissas não significam ousar de forma ingênua, sem uma estratégia a permitir que toda organização aprenda a partir dos seus acertos e erros, pois é necessário seguir adiante, inovando e provavelmente errando por muito mais vezes, mas sempre num patamar acima do anterior e, principalmente, à frente dos demais atores do mercado.

Referência:
Créditos: José Otto Segui Temporão – Gerente Jurídico da Itambé

Publicado por: Itambé Empresarial em 1 de julho de 2008

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Mobile Marketing

Prepare-se para encarar esta nova forma de se comunicar com os clientes

A todo instante as empresas estão descobrindo novas ferramentas e oportunidades em relação às ações de comunicação. Um exemplo é o mobile marketing que já chegou a grandes companhias e agências e vem revolucionando a forma de se fazer marketing direto.

Seja para divulgar as novidades da empresa, realizar promoções ou promover produtos e serviços, este tipo de ação está cada vez mais em evidência no país. Tanto que, em 2007, foi criada a Associação de Marketing Móvel do Brasil (AMMB), cujo objetivo é contribuir com o estabelecimento de regras e padrões, capacitar profissionais, consolidar informações e referências da área, realizar pesquisas, além de estabelecer um padrão ético no mercado.

As empresas que adotaram essa novidade e passaram a oferecer conteúdos de entretenimento, relacionamento e interação através de dispositivos móveis (celulares, palmtops, smartphones etc.), já perceberam o poder de penetração que o mobile marketing tem com os diferentes públicos e estão colhendo os resultados.

Opções

Pesquisas indicam que já existe uma boa aceitação por parte dos consumidores em receber campanhas pelo celular, desde que tenham relevância, ofereçam benefícios concretos e sejam previamente autorizadas por eles.

Por não serem todos os aparelhos que possuem acesso à internet sem fio (wap) e a tecnologia bluetooth, a maioria das campanhas atualmente utiliza mensagens de texto e envio de “brindes”, como toques musicais e papéis de parede para uso no próprio celular. Também são utilizados os “pin codes” – uma espécie de senha, enviada pelo celular, para participação em alguma promoção.

O SMS (Short Messaging Service) permite enviar mensagens de texto curtas (ou torpedos) instantaneamente a telefones celulares e similares, enquanto o MMS (Multimedia Messaging Service) permite o envio de mensagens com sons, imagens e vídeos.

Há também a tecnologia Bluetooth através da qual é possível enviar e receber arquivos sem a necessidade de fios, ou seja, a transmissão é realizada através de ondas de rádio. Entre os benefícios está a distribuição gratuita de conteúdos multimídia (já que não há interferência das operadoras) e a possibilidade de levar a publicidade exatamente onde está o público-alvo.

O Wap (ou site móvel) utiliza a tecnologia da internet sem fio. Neste caso são criadas páginas específicas para serem acessadas por telefones celulares. A chamada terceira geração (3G) da telefonia móvel, que vai permitir o acesso à internet de alta velocidade, deverá ampliar as possibilidades para esse tipo de ação.

Mercado

As primeiras empresas a utilizarem a tecnologia disponível para se relacionar com os consumidores foram as próprias operadoras de telefonia celular. Atualmente, empresas de todos os setores e de todos os portes estão aderindo a esta nova ferramenta.

O mercado deste canal de comunicação interativa tende a crescer ainda mais nos próximos anos. Dados apresentados pela empresa Visiongain Market Research mostram um crescimento nas receitas vindas de ações de mobile marketing: de US$ 255 milhões em 2005 a estimativa é que elas cheguem a US$ 1 bilhão em 2009.

Uma outra pesquisa, realizada pela AirWide Solutions, envolvendo 50 grandes empresas revela que, em 2008, 89% delas irão utilizar mensagem curtas (SMS) e mensagens multimídia (MMS) para alcançar seus clientes. Dentre as empresas consultadas, 40% já desenvolveram campanhas de SMS, enquanto 18% delas investiram em campanhas MMS.

Se por um lado as empresas se mostram dispostas a investir em mobile marketing, do outro os consumidores têm se mostrado receptivos. Uma pesquisa* realizada via mensagens de texto com 554 usuários de telefones celulares residentes na cidade de São Paulo apontou que 66% dos entrevistados acreditam que a propaganda feita por meio de dispositivos móveis tem eficácia quando se pretende divulgar uma marca ou um produto.

*Realizada pelo Instituto QualiBest – especializado em pesquisas online, em parceria com a Ei Movil, focada em marketing e entretenimento interativo.

Benefícios e Precauções

O mobile marketing representa oportunidade, mas sua implantação também exige precaução. Por ser uma ferramenta nova e que evolui rapidamente, tanto os consumidores quanto os profissionais de marketing estão tendo que se adaptar e descobrir os melhores caminhos para que a comunicação via aparelhos móveis flua com naturalidade e seja benéfica para ambos.

A previsão de que o número de aparelhos celulares ativos no país supere 140 milhões em 2008 serve para estimular ainda mais este tipo de ação, por isso recomenda-se cautela e um planejamento adequado para quem deseja investir em uma campanha de mobile marketing.

As principais características e vantagens desta ferramenta estão na inovação e na facilidade de se criar ações segmentadas e personalizadas.

Inovação – Muitos dos clientes que recebem este tipo de mensagem ainda não conhecem este canal de relacionamento da empresa e muitas vezes se surpreendem ao recebê-la. A taxa de leitura é maior do que de um e-mail marketing, por exemplo, por ainda não haver um número significativo de spam (mensagens não autorizadas), e dificilmente um usuário apaga uma mensagem antes de ler.

Personalização – como a mensagem é transmitida diretamente para cada consumidor, é possível personalizá-la de acordo com cada perfil.

Fácil acesso – Por ser um aparelho móvel e de uso pessoal, a mensagem pode ser acessada de qualquer lugar e a qualquer hora, facilitando a exposição da marca em momentos que normalmente o consumidor não teria acesso à propaganda convencional.

Menos invasivo – Evitar atritos comuns em canais de comunicação como Call Center é outro fator positivo de uma ação feita por SMS, por exemplo. Neste caso o cliente poderá ler uma mensagem no celular rapidamente, no momento que achar mais adequado, sem atrapalhar seus afazeres diários.
Imediatismo – Outra vantagem está no tempo de entrega da mensagem, praticamente imediata.

Estímulo – Esse tipo de abordagem também costuma funcionar como estímulo para que os consumidores procurem por mais informações sobre o conteúdo das mensagens.

Como usar o recurso do Mobile Marketing de uma maneira eficaz

· Invista tempo e dedicação em um bom planejamento.

· Utilize os princípios do marketing de permissão (opt-in).

· Respeite a privacidade do seu cliente/consumidor.

· Ofereça algo que atenda aos objetivos do seu negócio, mas que seja interessante e relevante para o seu público.

· Aproveite que você está falando individualmente com cada consumidor e use uma linguagem dirigida.

· Use palavras precisas e persuasivas.

· Inclua as ações de mobile marketing em campanhas maiores, que envolvam outros meios (internet, TV, impressos, etc.).

Dica: Para tirar dúvidas sobre as questões éticas e legais do uso do mobile marketing, consulte o artigo Os aspectos legais do mobile marketing, da advogada Patrícia Peck, publicado no site Webinsider.

Consulte também um Glossário com os principais termos do Mobile Marketing.

Referência:
Créditos: Caroline Veiga

Publicado por: Itambé Empresarial em 27 de novembro de 2007

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Como fazer sua empresa não parar no tempo e continuar tendo sucesso

Roberto Tranjan* afirma que, uma empresa precisa manter flexibilidade para fazer frente às mudanças

1 – Uma empresa precisa caminhar junto com as novidades e modernidades? Por quê?

Porque nada é mais perigoso do que o sucesso de ontem. O mercado muda a cada instante, com ele as demandas e as necessidades do cliente. Uma empresa precisa manter a flexibilidade para fazer frente a essas mudanças. Precisa também manter a jovialidade, evitar envelhecer, por isso, a mudança é uma constante na vida empresarial. Mas não podemos confundir mudança com movimento, muitas empresas agitam-se muito para, ao final, acabar no mesmo lugar, embarcam em modismos, implantam modelos e sistemas de gestão, mas no fundo permanecem as mesmas.

2 – Quais são as principais diferenças das metas e objetivos das empresas atuais com as de tempos antigos?

Os principais objetivos e metas dos tempos antigos estão relacionados à produtividade e rentabilidade. O máximo de resultados com o mínimo de recursos, este era o desafio da produtividade. O máximo de retorno sobre o mínimo de ativos, este era o desafio da rentabilidade.
Esses objetivos e metas continuam importantes. Mas eles contemplam apenas a parte “corpo” da empresa. Deixam de lado outros objetivos e metas, tais como a satisfação e fidelização de clientes (parte “mente” da empresa) ou o comprometimento e lealdade da equipe (parte “alma” da empresa).
Está aí a principal diferença dos objetivos e metas dos dias de hoje, comparado aos de antigamente. Hoje, uma empresa é mais sistêmica e os seus desafios integram corpo, mente e alma. Anteriormente, para que uma empresa prosperasse bastavam os objetivos e metas de “corpo”.

3 – Quais são as diferenças e semelhanças da empresa mecanicista e da empresa orgânica? Como identificar se a minha empresa é orgânica ou mecanicista?

A principal semelhança entre uma empresa mecanicista e uma empresa orgânica está em que ambas valorizam o lucro, mas de forma diferente.
Para a empresa mecanicista, o lucro é objetivo. Para a empresa orgânica, o lucro é conseqüência. Mas não é só isso. Na empresa mecanicista, o lucro é resultado de uma equação “receitas – despesas”. Numa empresa orgânica, o lucro (corpo) é resultado de uma equipe comprometida (alma) + cliente fidelizado (mente). Na empresa mecanicista, produtividade é a principal busca. A empresa orgânica prioriza a criatividade. Com isso, muda também o modelo de liderança que cada uma adota. Um modelo autoritário combina mais com os propósitos da empresa mecanicista. Já a empresa orgânica sugere uma gestão mais participativa, capaz de formar e desenvolver uma equipe de alto desempenho. Mas as diferenças não param por aí. Para uma empresa mecanicista, todo mundo é cliente. A empresa orgânica tem foco definido e escolhe os clientes com os quais deseja trabalhar. O principal propósito da empresa mecanicista é o retorno sobre o ativo. O principal propósito da empresa orgânica é a satisfação do cliente. Esses propósitos definem de maneira distinta a estrutura organizacional, o conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes de cada membro da equipe, dentre outras coisas.

4 – Quais são os benefícios e malefícios da mecanização? A mecanização ainda é apropriada para empresas cujos diferenciais estão no produto?

Por possuir um produto único ou diferenciado, ela pode recorrer à padronização e normatização para produzí-lo em série e recorrer ao máximo aos ganhos de escala. Quando os produtos se tornam intercambiáveis entre si e não faz diferença alguma para o cliente entre um ou outro, então a mecanização não será capaz de assegurar outros diferenciais. Pior: poderá funcionar como um impeditivo à evolução para um outro estágio de empresa.

5 – Qual é o papel da criatividade e das pessoas na empresa orgânica?

Uma empresa orgânica é orientada para o cliente. Essa orientação faz com que o cliente a conduza para o futuro. Suas demandas e necessidades são inspiradoras para que se criem novos produtos e serviços.
A imaginação corre solta quando uma equipe de trabalho está ligada no cliente, quer surpreendê-lo e fazê-lo feliz. Por isso, a criatividade passa a ser uma prática natural nesse tipo de empresa.

6 – A produtividade é a melhor meta a ser cumprida em uma empresa? Por quê?

A produtividade é uma meta necessária, mas não suficiente. Não podemos nunca perder de vista a produtividade, mas ela só garante o empate. Um jogo na defensiva, apenas, que coloca a vitória em risco. O jogo no ataque depende do envolvimento emocional da equipe, do trabalho no nível da excelência, das boas idéias.

7 – Uma empresa atual que tiver pensamentos antigos ainda pode dar certo?

Se ela atuar em mercados ainda rudimentares e primitivos, é possível que consiga sobreviver por mais alguns anos, mas será sempre uma luta pela sobrevivência, que é muito diferente de construir riquezas, contar uma história, deixar pegadas.

8 – Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o senhor diz que tarefas repetitivas favorecem os erros? Por quê?

Porque a repetição leva ao comportamento automático, ao trabalho sem alma, à anomia. É curioso que muitas empresas investem na padronização, pensando em diminuir os erros, mas o que acontece é que estas empresas passam o resto da vida medindo os erros, aceitando-os como metas. Na verdade, os erros diminuem quando as pessoas assumem a responsabilidade sobre eles e esse comprometimento advém da autonomia que cada um tem diante do seu trabalho. Essa autonomia permite que cada um crie e recrie o seu trabalho, o que é muito diferente de recorrer aos manuais de normas e procedimentos.

9 – Qual é o ponto de partida para uma mudança organizacional?

A verdadeira mudança organizacional ocorre, realmente, quando existe uma mudança de modelo mental. Sistemas e métodos não mudam uma empresa, quando muito otimizam o existente. Isso acontece somente quando muda a mentalidade das pessoas, aí sim uma empresa muda, sendo que o ponto de partida está nas lideranças, é a partir delas que uma empresa é capaz de contar uma nova história. Essa mudança de mentalidade recebe o nome de metanóia e esse é o maior desafio de todas as empresas que desejam dar um salto qualitativo.

* Entrevista cedida pelo consultor, educador, escritor e conferencista, Roberto Adami Tranjan.
http://www.robertotranjan.com.br
Referência:
Créditos: Caroline Veiga

Publicado por: Itambé Empresarial em 27 de novembro de 2007

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Como a Web 2.0 pode contribuir com o seu negócio

Para o diretor de planejamento web, Sérgio Coelho, vale a pena correr riscos e andar junto à tecnologia

Ainda é difícil achar uma definição para a web 2.0, e mais difícil ainda é saber ao certo quando e por que ela surgiu. Para o diretor de planejamento da agência Midiaweb, Sérgio Coelho, a essência da web 2.0 é trazer o usuário para o centro de todo o processo, pois “ela permite que o usuário compartilhe, interaja, analise, crie, comente, edite o conteúdo do site”.

São exemplos de ferramentas web 2.0 os blogs, fotologs, vídeo logs, sites de relacionamento, as enciclopédias livres, o Second Life entre várias outras.

Hoje, qualquer pessoa pode colocar o que quiser na internet como, um texto, uma fotografia ou um vídeo, de forma simples e rápida. A conseqüência disto é uma infinidade de materiais publicados na rede sobre os mais diversos assuntos. E um destes assuntos pode ser justamente o seu produto ou a sua empresa. Por isso, mesmo que você ainda pense na web 2.0 como algo distante, é bom estar atento, pois ela existe e está sendo bastante utilizada.

Para Sérgio Coelho, a facilidade que o usuário tem ao expressar suas opiniões, a democratização da informação e a abrangência de conteúdos sendo feitos por pessoas diferentes podem ser consideradas algumas das vantagens da web 2.0. E as informações, idéias e conhecimentos armazenados e compartilhados na web, podem contribuir para que as empresas conheçam melhor o seu público, para saber o que as pessoas estão pensando, querendo e também para a troca de conhecimentos e experiências.

As desvantagens, no entanto, estão relacionadas diretamente às vantagens, pois “a qualidade do conteúdo produzido pelos próprios usuários é questionável e nem tudo o que está exposto na web pode ser confiável”. Mas, mesmo assim, para o diretor da Midiaweb, vale a pena pagar esse preço para andar junto com a tecnologia: “é preciso aceitar e saber conviver com o que é novo” garante.

Alguns cuidados devem ser tomados com a exposição pessoal ou da marca na web 2.0, já que através dela qualquer um tem “voz” para dizer o que pensa. Comentários positivos e negativos podem surgir e as pessoas e/ou empresas precisam estar preparados para lidar com isto.

Sérgio Coelho explica que a empresa precisa ter um objetivo na internet, analisar todas as ferramentas disponíveis e ver se é realmente relevante usar os recursos da web 2.0. “O importante é se preocupar com o foco da empresa e não com modismos”, afirma. Além disso, quando uma empresa resolve abrir espaço para os usuários/clientes, ela precisa ter uma equipe preparada e atenciosa para responder às críticas que irão surgir. Do mesmo modo que uma empresa pode elevar seu conceito utilizando os recursos da web 2.0, ela precisa ter a consciência que pode ser prejudicada, caso não saiba lidar com as situações. Uma empresa, por exemplo, pode dar um tiro no pé ao criar um blog e bloquear os comentários. Neste caso, um consumidor que esteja mais habituado à web 2.0, poderá achar ruim.

Além disso, a tecnologia certamente não irá parar por ai, já se fala da web 3.0. Nela, a internet vai deixar de ser baseada em documentos para ser baseada em dados, o que tornará as ferramentas de busca mais precisas.

Dentre tantos avanços que ainda estão por vir, há também a comodidade que as pessoas terão em navegar na internet de qualquer lugar, utilizando aparelhos móveis destinados a isso.

Confira a finalidade dos sites da Web 2.0 pelo site:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u20173.shtml

* Sérgio Coelho – Diretor de Planejamento e Sócio da Agência Midiaweb Inteligência Interativa.

Referência:
Créditos: Sérgio Coelho*

III Encontro Tecnologia da Informação e comunicação na Construção Civil – TIC2007

Especialistas de sete países vão apresentar e discutir as tendências mundiais quanto ao uso de TIC em Arquitetura, Engenharia e Construção

A ANTAC – Associação Nacional de Tecnologia do Ambiente Construído promove em Porto Alegre o III Encontro Tecnologia da Informação e Comunicação na Construção Civil – TIC2007, dias 11 e 12 de julho de 2007, no Centro de Convenções do Hotel Deville. Este o ano o evento é organizado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) através do Núcleo Orientado para a Inovação da Edificação (NORIE). O Encontro tem como objetivo principal divulgar e discutir os avanços recentes e promover a articulação de ações entre pesquisadores e empresas, buscando estimular avanços na aplicação das TIC ao setor da construção civil.

O primeiro dia do evento conta com um Seminário dedicado aos profissionais da indústria da construção civil e de tecnologia de informação. Especialistas do Brasil, Chile, EUA, Reino Unido, Noruega, Alemanha e Portugal irão apresentar os principais avanços na aplicação das TIC em empresas de construção no Brasil e no exterior e discutir as perspectivas futuras no setor.

O segundo dia do evento será de caráter exclusivamente acadêmico, sendo reservado para as sessões técnicas, onde serão apresentados trabalhos selecionados pelo comitê científico do evento.

REUNIÃO COMITÊ INTERNACIONAL DE GESTÃO TÉCNICA DA IAI

Juntamente com a realização do TIC2007 ocorrerá reunião regular do Comitê Internacional de Gestão Técnica da IAI (International Alliance for Interoperability), com o objetivo de definir os rumos da interoperabilidade em Arquitetura Engenharia e Construção no cenário mundial e a participação do Brasil nesse esforço. A IAI (http://www.iai-international.org) consiste em uma aliança entre organizações de caráter público, privado e instituições de pesquisa que tem por missão estabelecer uma base universal para a melhoria de processos e troca de informações nas indústrias de construção civil e gestão predial.

O QUÊ: III Encontro Tecnologia da Informação e Comunicação na Construção Civil – TIC2007.
QUANDO: 11 a 12 de julho de 2007
ONDE: Centro de Convenções do Hotel Deville (Av. Dos Estados, 1909 – Porto Alegre – RS)
INFORMAÇÕES INSCRIÇÕES: http://noriegec.cpgec.ufrgs.br/tic2007
Telefone: (51) 3308-4084
Email: tic2007@ppgec.ufrgs.br

Apoio Institucional: IAI, Sucesu Nacional, SOFTSUL e Sistema Softex, CETA-SENAI, AsBEA e Sinduscon/RS,
Patrocínio: Grapho

CONHEÇA A ANTAC (www.antac.org.br) – Fundada em 1987, a Associação Nacional de Tecnologia do Ambiente Construído (ANTAC) é uma associação técnico-científica, de caráter multidisciplinar, que reúne pesquisadores e técnicos envolvidos com a produção e transferência de conhecimentos na área de tecnologia do ambiente construído. Esta área integra profissionais das mais diversas especialidades, tais como Engenheiros, Arquitetos, Físicos, Químicos e Sociólogos, que atuam em Construção Civil, Arquitetura e Habitação.

CONHEÇA O NORIE/UFRGS (www.ppgec.ufrgs.br/norie) – O Núcleo Orientado para Inovação da Edificação (NORIE) constitui-se em um grupo de pesquisa na área de construção civil, vinculado ao Curso de Pós-Graduação em Engenharia Civil (PPGEC) e ao Departamento de Engenharia Civil (DECIV) da Escola de Engenharia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), localizada em Porto Alegre-RS. Foi criado em 1974, com os objetivos de disseminar e aplicar os princípios da industrialização e racionalização da construção.

Comunicação e Marketing SOFTSUL: Jorn. Grazieli GotardoFone/Fax: (51) 3346-4422 – site: www.softsul.org.br e-mail: comunicacao@softsul.org.br
Referência:
Créditos: Caroline Veiga

Publicado por: Itambé Empresarial em 11 de abril de 2007

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Melhores práticas de TI

Em alguns setores da economia, estar na média significa o mesmo que assumir o risco de vir a falhar

Em alguns setores da economia, estar na média significa o mesmo que assumir o risco de vir a falhar. Por serem segmentos considerados “commodities”, a excelência da gestão de operações passa a ser para esses nichos principal fator de diferenciação.

Os serviços voltados para a área de Tecnologia da Informação inserem-se neste caso. O desafio maior de qualquer gestor é demonstrar como os investimentos em tecnologia da informação podem trazer retorno sobre o capital investido. Cada vez mais empresas querem entender como a área de TI pode agregar valor ao negócio e como cada componente de tecnologia pode auxiliar na redução de custos, na agilidade dos processos para ganhar vantagem competitiva.

Pressionadas pelo mercado, as empresas convivem com o paradigma de alcançar metas cada vez mais agressivas, com equipes e prazos cada vez menores. Nesse sentido, as melhores práticas têm sido empregadas massivamente em empresas de todo o mundo visando a excelência em serviços de TI.

Muitas estão reposicionando as áreas de Tecnologia da Informação para torná-las facilitadoras fundamentais ao negócio das empresas. Independente do tamanho do negócio ou das tecnologias empregadas, cabe ao gestor moderno mostrar como a estratégia de TI pode alinhar-se ao negócio da empresa, adotar melhores práticas de mercado, implementar melhorias nos processos de gestão de serviços e de infra-estrutura de TI; e identificar profissionais comprometidos com as melhorias nos serviços de infra-estrutura da área.

Os serviços em tecnologia da informação incluem desde consultoria para especificação de projetos, alocação de recursos profissionais, desenvolvimento e implementação de aplicativos sob medida, independente da plataforma tecnológica adotada pela instituição, até a adoção de ferramentas que garantam a máxima qualidade, produtividade e eficiência, permitindo a redução de tempo, recursos e investimentos em projetos de TI.

O que fazer para virar este jogo?

Sem dúvida, é a excelência dos serviços que ajudará o Brasil a posicionar-se como país exportador de tecnologia de ponta para exterior. Incentivar o auto-desenvolvimento e a competência profissional serão os elementos integradores para a gestão das mudanças provocadas pela evolução da tecnologia da informação.

E não basta apenas disponibilizar os conhecimentos de ponta em tecnologia da informação, o gestor moderno deverá, de alguma forma, prover a gestão empresarial para capacitar sua equipe a perceber as tendências tecnológicas e as novas formas de gestão estratégica, focadas num mercado em acelerada transformação. É papel desse gestor tornar os usuários co-participantes das mudanças, aptos a utilizar a tecnologia da informação para assegurar às empresas ganhos significativos em termos de qualidade, produtividade, competitividade e rentabilidade. Ele deve atuar como elo entre a área de sistemas e a alta administração das empresas.
Aqueles empreendimentos, comprometidos com a promoção da qualidade em serviços de tecnologia da informação, em pouco tempo estarão empregando as melhores práticas de gestão nos trabalhos que realiza e serão capazes de fornecer serviços diferenciados, soluções eficientes e inovadoras, podendo, inclusive, antecipar-se às necessidades e às expectativas de seus clientes.

Com o apoio na condução de um planejamento estratégico de TI, que agilize processos internos, reduza custos pelo uso racional da tecnologia, alinhando as iniciativas de TI às estratégias de negócio da organização, indiretamente, os gestores estarão apoiando a sua organização na melhoria da competitividade e na transformação da área de TI em uma geradora de valor para o negócio. É preciso, acima de tudo, ter em mente a EXCELÊNCIA como principal fator de diferenciação.

Miguel Ruiz é bacharel em Administração de Empresas e Processamento de Dados pela PUC- Pontifícia Universidade Católica de Campinas. Pós-graduação em Sistemas de Informação. Fez carreira em empresas multinacionais. Foi gerente de Informática da Valeo Sistemas Automotivos. Fundou a MR Consultoria (www.mrconsultoria.com.br), empresa atuante no segmento de outsourcing de TI – Tecnologia da Informação. (e-mail: linkmrconsultoria@linkportal.com.br)

Referência:
Créditos: Miguel Ruiz

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