Itambé Empresarial Blog Itambé Empresarial

Itambé Itambé - Cimento para toda obra

Publicado por: Cimento Itambé em 17 de fevereiro de 2010

Categorias:

Cresce otimismo na indústria de materiais de construção

Em fevereiro, segundo termômetro da associação, 78% dos fabricantes estavam confiantes no desempenho das vendas

O cenário da indústria de materiais de construção aponta para a superação da crise financeira internacional. De acordo com o termômetro da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (ABRAMAT) – sondagem realizada entre as empresas que fazem parte da associação -, 78% dos fabricantes de materiais estão otimistas quanto ao desempenho das vendas no curto prazo, para o mês de fevereiro. No mês anterior, esse indicador era de 71%.

O índice de otimismo é de 75% quanto às ações do governo voltadas para o setor da construção civil nos próximos 12 meses. “A prorrogação da desoneração do IPI reduzido e a proximidade do início de projetos para a Copa do Mundo são fatores determinantes para essa recuperação”, comenta Melvyn Fox, presidente da entidade. “Também influencia a retomada do número de empreendimentos oferecidos pelas construtoras.”

A perspectiva de atendimento à demanda segue estável. De acordo com o termômetro, o nível de capacidade instalada utilizado está em 86%. “Isso ainda não é preocupante, mas é um sinal de alerta de que investimentos na capacidade de produção serão necessários em breve”, lembra Fox. Cerca de 60% das indústrias de materiais têm pretensão de investir nos próximos 12 meses. Houve crescimento em relação a janeiro de 2009, auge da crise, quando apenas 37% planejavam investir.

Fonte: ABRAMAT

Vogg Branded Content – Jornalista responsável Altair Santos MTB 2330

Publicado por: Cimento Itambé em 21 de dezembro de 2009

Categorias:

Paraná vai construir 100 pontes em estradas rurais

Governo estadual autorizou licitação para a fabricação das vigas, lajotas e guarda-rodas que serão utilizadas nas obras das regiões beneficiadas

O governo do Paraná garante a entrega de material para a construção de mais cerca de 100 pontes em municípios paranaenses no ano de 2010. O governador Roberto Requião homologou a licitação no valor de R$ 2,7 milhões para a fabricação das vigas, lajotas e guarda-rodas que serão utilizadas nas obras das regiões beneficiadas.

A ação faz parte de um programa da Secretaria dos Transportes, que fornece o material aos municípios por meio de termos firmados com as prefeituras, que ficam responsáveis pela construção das cabeceiras. Técnicos do Departamento de Estradas de Rodagem (DER) orientam a construção das estruturas.

O secretário dos Transportes, Rogério W. Tizzot, explica que o foco do programa é atender trechos que sirvam para o escoamento da produção dos municípios e para o transporte escolar. “O objetivo é facilitar a ligação das áreas rurais com os centros urbanos dos municípios para dar reais condições de crescimento e desenvolvimento econômico”.

O chefe do Departamento de Fomento Rodoviário aos Municípios da Secretaria dos Transportes, Antônio Anibelli Neto, destaca que esse tipo de programa é único no país. “Desde 2003, priorizamos e atuamos em municípios localizados nas regiões de menor Índice de Desenvolvimento Humano para criar melhores condições de infraestrutura”.

De 2003 a 2009, foram construídas 485 pontes em todas as regiões do Estado, com investimentos de R$ 6,1 milhões.

Fonte: Agência Estadual de Notícias

 
Vogg Branded Content – Jornalista responsável Altair Santos MTB 2330

Publicado por: Cimento Itambé em 21 de dezembro de 2009

Categorias:

Construção civil será carro-chefe na geração de empregos em 2010

Aposta é do ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, que prevê que eventos como Copa 2014 e olimpíadas 2016 vão demandar muita mão-de-obra para o setor

Os setores da construção civil e de serviços serão os principais responsáveis pela geração de empregos no próximo ano. A expectativa é do ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, que destacou que os dois setores também foram os responsáveis por puxar o saldo positivo de empregos este ano.

Segundo Lupi, a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 vão fazer com que esses setores tenham uma forte expansão. “O próximo ano será um ano no qual a construção civil e o setor de serviços vão gerar muitos empregos”, disse, durante a divulgação dos dados de novembro do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados dia 16 de dezembro.

Em novembro, o setor de serviços gerou 87.252 novos empregos e o da construção civil gerou 17.791 novos postos de trabalho. No acumulado do ano, os setores geraram respectivamente 568.259 e 228.151 novos postos de trabalho. Lupi disse ainda que, por causa da grande expansão dessas áreas, vários empresários têm pedido para que sejam feitos mais cursos de qualificação porque há falta de profissionais em alguns setores. “Todo dia tenho contato com empresários, que vêm me pedindo qualificação profissional porque não tem mais profissionais. Estão faltando, por exemplo, engenheiros”, afirmou.

A expectativa do ministro é de que 2009 feche o ano com cerca de 1,2 milhão de empregos. O mês de dezembro deve ter o menor índice de demissões. Para 2010, a expectativa e de que o Brasil tenha mais de dois milhões de novos empregos.  No mês de novembro, o país gerou 246.695 postos de trabalho formal, o que representa um recorde para o mês. No ano, o país acumula a criação de 1.410.302 vagas. Em novembro, foram admitidos 1.413.043 trabalhadores e demitidos 1.166.348.

O comércio (1,61%), os serviços (0,66%) e as indústrias de transformação (0,53%), de construção civil (0,83%), e extrativa mineral (0,35%) foram os setores que mais geraram empregos no período.

Fonte: Agência Brasil

 

 

Vogg Branded Content – Jornalista responsável Altair Santos MTB 2330

Publicado por: Cimento Itambé em 21 de dezembro de 2009

Categorias:

Minha Casa, Minha Vida chega a 220 mil contratos

Segundo dados do ministério das Cidades, maioria das construções atinge famílias de até três salários mínimos

Cerca de 220 mil contratos já foram assinados no programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal, para a aquisição da casa própria por famílias com renda de até dez salários mínimos, disse dia 18 de dezembro o ministro das Cidades, Márcio Fortes.

Segundo o ministro, a maior parte dos contratos, 132 mil moradias, beneficia as famílias com renda de até três salários mínimos. “É uma grande surpresa para muitos. Todo mundo achava que as empresas [de construção] só iam querer construir para famílias com renda entre seis e dez salários mínimos”, disse. Na faixa de três a seis salários mínimos, foram assinados 71 mil contratos. Entre seis e dez salários mínimos, apenas 17 mil”, afirmou.

O ministro também voltou a afirmar que, para solucionar o problema de saneamento básico no Brasil, são necessários investimentos de R$ 268 bilhões. Com os R$ 38 bilhões que já estão sendo investidos pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), ainda faltam R$ 230 bilhões.

Para Fortes, se for feito um investimento de R$ 10 bilhões por ano, será possível universalizar o saneamento básico no Brasil no prazo de dez anos.

Fonte: Agência Brasil

 

Vogg Branded Content – Jornalista responsável Altair Santos MTB 2330

Publicado por: Itambé Empresarial em 9 de dezembro de 2009

Categorias:

Infraestrutura logística cresce 2,1% em 2009

Setor investe no modelo built to suit, que é a encomenda de uma obra sob medida para a atuação da empresa contratante

Devido ao setor das construções corporativas revelarem significativo crescimento, empresas especializadas em terceirização imobiliária veem uma grande oportunidade de negócio. Estas trazem ao mercado corporativo uma solução de não investimento em ativos se responsabilizando pelas construções necessárias e manutenção das áreas físicas. Enquanto isso, as organizações conseguem baixar seus custos de operações e mantém foco em sua atividade principal.

Dois formatos se destacam no segmento de infraestrutura logística: o modelo built to suit, que é o desenvolvimento de uma obra encomendada por determinada empresa sob medida para sua atuação; e os condomínios logísticos, onde são construídos armazéns padronizados para atender diversos setores com necessidade de poucas adaptações. Nas duas opções, o objetivo é firmar contratos de longa duração de locação para ocupação da área física sem necessidade de mobilizar o capital da empresa em um ativo, além de compartilhar serviços integrados ofertados dentro do condomínio.

Segundo pesquisa da CB Richard Ellis, os investimentos em construções no perfil registram crescimento, sendo que somente de janeiro a junho deste ano foram construídos 63 mil metros quadrados. Em comparação ao mesmo período de 2008, a metragem é 2,1% superior à área total dos empreendimentos existentes nas regiões avaliadas. O levantamento também indica um aumento significativo da absorção de espaços vagos nos condomínios logísticos. O ano de 2008 encerrou com um dos melhores resultados, superando 500 mil metros quadrados absorvidos.

Um dos grupos que experimenta esse crescimento é o Perini, que atua no Brasil em diferentes setores industriais e oferece através da Perville Pré-fabricados soluções diferenciadas para a implantação de indústrias no sul do Brasil. A empresa investe maciçamente em tecnologia e em recursos humanos, o que tem feito dela uma referência técnica para clientes, universidades e centros de pesquisa em tecnologia da construção.

Operando desde 1999, a Perville Pré-fabricados implantou o Condomínio Industrial Perini Business Park, no distrito industrial de Joinville. O empreendimento atende as mais exigentes necessidades de desempenho e foi construído dentro do conceito conhecido como “Sistema Aberto”, que permite que os elementos possam ser montados ou adaptados a outros modelos construtivos disponíveis do mercado.

A produção da Perville Pré-fabricados é realizada em uma fábrica de 7.000 m² com capacidade de produção de 12.000 m³ de concreto/ano, e equipamentos para realizar essa montagem em um raio de ação de 500 quilômetros.

 

 

Vogg Branded Content – Jornalista responsável Altair Santos MTB 2330

Publicado por: Itambé Empresarial em 9 de dezembro de 2009

Categorias:

Sinaenco alerta para deterioração de Brasília

Capital federal, prestes a completar 50 anos, enfrenta problemas de infraestrutura urbana por falta de manutenção

Prestes a completar 50 anos, a infraestrutura de Brasília – galerias, córregos, pontes, passarela e viadutos – está envelhecendo e se deteriorando devido à falta de uma política permanente de manutenção desses equipamentos públicos. De acordo com técnicos, obras de engenharia têm vida útil estimada de 50 anos. Levando em conta que parte desse patrimônio foi construído nas décadas de 1950 e 1960, dá para afirmar que a capital federal está com “prazo de validade vencido”.

O Sindicato Nacional de Arquitetura e Engenharia (Sinaenco) destaca a importância da manutenção do centro da administração pública nacional. “A população, infelizmente, ainda não percebeu o papel fundamental da manutenção do patrimônio público para evitar o desperdício de recursos escassos”, diz José Roberto Bernasconi, presidente do Sinaenco. Vários estudos internacionais e nacionais têm sido unânimes em mostrar que os custos de restauração e de reforço são sempre muito mais elevados do que os de prevenção.

Esse cenário complicado, que já traz inúmeros problemas à população e às economias da capital do Distrito Federal e brasileira, tem solução e é essa discussão que permeou o evento Distrito Federal: Infraestrutura com prazo de validade vencido, promovido pelo Sinaenco no final de novembro. “Transformamos essa questão em uma campanha nacional permanente do Sindicato, para provocar a conscientização da sociedade e, por decorrência dos governantes, sobre a importância da manutenção da nossa infra-estrutura pública”, ressalta Bernasconi.

Desde que o Sinaenco iniciou a campanha já foram percebidos alguns resultados. Em São Paulo, o orçamento para investimentos em manutenção passou de R$ 3 milhões em 2005 para aproximadamente R$ 150 milhões em 2008, provando os resultados do impacto deste estudo. Na Bahia, 10% das obras apontadas como problemáticas no primeiro estudo, em março de 2006, foram recuperadas. Em Belo Horizonte, 30% da obras apontadas foram recuperadas.

 

Fonte: Sinaenco

 
Vogg Branded Content – Jornalista responsável Altair Santos MTB 2330

Publicado por: Itambé Empresarial em 24 de novembro de 2009

Categorias:

Escolas formam profissionais na construção civil para vagas da Copa e Olimpíadas

Empresas da construção civil já começam a selecionar mão de obra prevendo a demanda gerada pelos eventos esportivos

Rio – De olho nos investimentos que a Copa 2014 e as Olimpíadas 2016 vão trazer para o Rio, empresas do ramo da construção civil já começam a selecionar mão de obra. Quem não quer ficar para trás deve atentar para os cursos de formação inicial e continuada oferecidos, gratuitamente, pelo governo e pela Prefeitura do Rio. Os Centros Vocacionais Tecnológicos da Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec) têm capacidade para formar 10 mil por ano. Instituições do governo do Estado do Rio vinculadas à Secretaria de Ciência e Tecnologia, os CVTs oferecem qualificação em diversas áreas, inclusive na construção civil.

São 16 unidades distribuídas pelo estado. Em sete delas, é focada a capacitação para o setor. De acordo com o secretário de Ciência e Tecnologia, Alexandre Cardoso, a fim de reforçar a qualificação, o governo, em parceria com a iniciativa privada, está levando professores aos canteiros de obras.

“O grande problema da construção civil é a formação de pessoal, como pedreiro, bombeiro hidráulico, eletricista. Além disso, grande parte da mão de obra existente é analfabeta funcional. Como solução para essas questões, criamos os CVTs modulares, que já são realidade no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) do Alemão. Em 60 dias, a estrutura é montada e lá, além da formação para construção civil, os trabalhadores recebem reforço escolar por meio do EJA (Educação de Jovens e Adultos)”, explica o secretário.

A previsão do governo é, até o fim de 2010, chegar a 40 canteiros-escola. Hoje, há 15 em funcionamento. Para garantir uma das vagas em cursos de formação inicial e continuada, os candidatos podem se inscrever diretamente nos CVTs.

Para os que já têm o Ensino Fundamental e pretendem se qualificar, há o curso Técnico de Edificações. O acesso é por concurso e o aluno pode escolher se qualificar junto com o Ensino Médio ou depois. Edital e endereços dos CVTS estão no site www.faetec.rj.gov.br.

 

Fonte: O Dia

 

 

Vogg Branded Content – Jornalista responsável Altair Santos MTB 2330

Publicado por: Itambé Empresarial em 24 de novembro de 2009

Categorias:

Fórum debate modelo de habitações sustentáveis

Autoridades da América Latina e do Caribe avaliam qualidade de moradias sociais no continente

O aumento da oferta de habitações para a população de baixa renda sem comprometer a qualidade, desafio comum à maioria dos países em desenvolvimento, é o principal tema em discussão na 2.ª Reunião do Programa de Qualidade e Produtividade do Habitat, que acontece nesta semana no Rio. Durante três dias, representantes de países latino-americanos e caribenhos vão discutir critérios técnicos para garantir a sustentabilidade na construção civil.

Segundo a secretária Nacional de Habitação, Inês Magalhães, esse tipo de fórum serve, sobretudo, para apresentar os arranjos institucionais de cada nação para a questão da moradia. “Uma das contribuições que o Brasil traz para a discussão é o modelo que escolhemos que pressupõe a adesão e pactuação dos setores público e privado para a implementação de um sistema de qualidade tanto da questão dos materiais quanto da construção e de projetos e da inovação tecnológica”, afirmou Inês.

Ela disse que o Brasil tem muito a aprender com a experiência dos países da América Latina e do Caribe. “A Argentina, por exemplo, tem um sistema de normalização muito bem consolidado, que serve de exemplo para outros países. Cuba também tem uma experiência exitosa na criação de um arcabouço de normas que possibilitaram a reabilitação urbana. Cada país, na sua especificidade, pode contribuir para uma discussão mais ampla.”

A coordenadora-geral do Programa de Qualidade de Produtividade do Habitat, Maria Sallete de Carvalho Weber, lembrou que o Brasil tem um déficit de mais de 6 milhões de habitações e que um dos grandes problemas na área de construção civil é o baixo número de profissionais especializados. Sallete ressaltou que uma das ações do programa que coordena é justamente a capacitação de mão de obra para a construção civil.

O representante do Ministério de Vivienda e Urbanismo do Chile, Héctor López, disse que seu país conseguiu criar um conjunto de normas eficazes na eficiência energética, nas condições térmicas e acústicas das habitações sociais, que pode ser útil para os demais. “Do Brasil, aprendemos muito sobre certificação e controle de qualidade dos materiais. Também implementamos, a partir da experiência brasileira, iniciativas para certificar e creditar os trabalhadores técnicos de construção”, informou López.

A 2ª Reunião do Programa de Qualidade e Produtividade do Habitat faz parte da programação da Assembleia Geral de Ministros e Autoridades Altas de Morar e Urbanismo da América Latina e do Caribe (Minurvi). É uma organização intergovernamental que atua na área de desenvolvimento sustentável dos assentamentos humanos. A primeira reunião foi no Chile, em março deste ano, e a próxima será no Equador, em março de 2010.

No Rio, a pauta da reunião inclui ainda assuntos como os sistemas de avaliação da conformidade dos materiais, a criação de uma cesta básica de materiais que permitam impulsionar o combate à não conformidade com as normas e a capacitação profissional no setor.

 

Fonte: Agência Brasil

 

Vogg Branded Content – Jornalista responsável Altair Santos MTB 2330

Publicado por: Itambé Empresarial em 11 de novembro de 2009

Categorias:

Trem-bala tem custos errados

Constatação é do presidente do Comitê Brasileiro de Túneis (CBT), Tarcísio Celestino, com base em dados fornecidos pelo governo federal

Os custos para construção do trem de alta velocidade (TAV) entre Rio de Janeiro, São Paulo e Campinas apresentam discrepâncias nos preços de escavação de túneis. A constatação é do presidente do Comitê Brasileiro de Túneis (CBT), Tarcísio Celestino, com base no projeto do governo federal. Os túneis em área rural, por exemplo, são 46% mais caros que na área urbana, quando normalmente ocorre o contrário. O preço de escavação de túnel simples – com uma via e 7,85 metros de diâmetro – é 17% mais caro que o duplo, de 16 metros

Nos 510 quilômetros do traçado do trem-bala, 90,9 quilômetros (18% da obra) devem ter túneis, segundo o estudo elaborado pelo consórcio Halcrow/Sinergia, contratado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). As obras civis, que incluem 107,8 quilômetros de pontes e viadutos, vão custar R$ 24,5 bilhões, cerca de 71% de todo o projeto, orçado em R$ 34,6 bilhões

O preço do metro escavado de túnel em local onde o solo é composto por rocha é só 4% mais barato do que o mesmo serviço em local onde o solo é mole. “Em casos reais de rocha de boa qualidade, a diferença pode superar 50%. Não vou dizer que a obra é cara ou barata, mas a planilha é inconsistente. Apoiamos o empreendimento, mas há necessidade de apontar mudanças de rumo”, disse o presidente do CBT, no seminário A Engenharia Nacional e o TAV, realizado no Instituto de Engenharia, em São Paulo. O metro escavado de túnel em área rural, sem grandes interferências na superfície, foi estimado no estudo em R$ 160,9 mil, enquanto em área urbana é de R$ 86,7 mil.

De acordo com Hélio França, superintendente da ANTT, os preços no estudo da Halcrow/Sinergia tiveram como base túneis da Europa do Metrô de São Paulo e do Rodoanel, mas os preços apontados são apenas “uma referência” para os editais do TAV. “Nós tropicalizamos os custos, usando o Sisco, um sistema de custos que o Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes), que o próprio TCU (Tribunal de Contas da União) utiliza e os empreiteiros não gostam.

O responsável pelos estudos geológicos e geotécnicos do TAV, André Pacheco de Assis, presidente do Comitê Sobre Treinamento e Educação do International Tunnelling Association, disse que foram realizadas 519 sondagens em solo e rochas em todo o percurso proposto, num período de 75 dias. “Os custos já foram revistos porque não estavam adequados. O traçado apresentado está aprovado pelo governo federal e atende aos requisitos das pessoas que vão usar o TAV.”

 

Fonte: ANTT

 

 
Vogg Branded Content – Jornalista responsável Altair Santos MTB 2330

Publicado por: Itambé Empresarial em 11 de novembro de 2009

Categorias:

Minha Casa, Minha Vida já contratou mais de 105 mil moradias

Caixa Econômica Federal ainda tem outras 2.075 novas propostas para avaliar, o que representa mais de 400 mil imóveis

Recente balanço da Caixa Econômica Federal, sobre o desempenho do programa Minha Casa, Minha Vida, revela que já houve a contratação, para a construção, de 105.239 novas moradias, entre casas e apartamentos.

Até o final de outubro, a Caixa também havia recebido 2.075 novas propostas de empreendimentos, o que totaliza 415.419 moradias. O volume de contratações soma investimentos de R$ 6,63 bilhões.

Dia 30 de outubro terminou  o prazo para que os municípios com menos de 50 mil habitantes apresentassem propostas de participação no programa do governo federal. Os técnicos do Ministério das Cidades estimam que os números de convênios cresçam ainda mais – os números devem ser atualizados até o final de novembro.

O programa Minha Casa, Minha Vida, anunciado em março deste ano, pretende reduzir o deficit habitacional brasileiro, estimado em torno de 7 milhões de moradias, e para isso vai investir R$ 34 bilhões R$ 25,5 bilhões dos cofres da União, R$ 7,5 bilhões do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e R$ 1 bilhão do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Do total de 1 milhão de moradias, 400 mil serão destinadas a trabalhadores com renda até três salários mínimos, 200 mil casas para quem ganha entre três e quatro salários, 100 mil casas de quatro a cinco salários, mais 100 mil para ganhos entre cinco e seis salários mínimos e as 200 mil moradias restantes para renda de seis a dez salários.

Os financiamentos serão para imóveis até R$ 130 mil nas regiões metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília. Esse teto cai para R$ 100 mil nas outras capitais e nos municípios com mais de 500 mil habitantes, e se reduz para R$ 80 mil nos financiamentos habitacionais para os demais municípios.

 

Fonte: Agência Brasil

 
Vogg Branded Content – Jornalista responsável Altair Santos MTB 2330

Conheça também

Massa Cinzenta

Um informativo eletrônico destinado a todos os interessados na área da construção civil com o objetivo de compartilhar informações úteis deste segmento.

Saiba mais

Copyright © 2008 Itambé. Todos os direitos reservados.

Midiaweb Inteligência Interativa
BlogBlogs.Com.Br