Analistas veem na construção civil oferta consistente de vagas

Analistas veem na construção civil oferta consistente de vagas

Analistas veem na construção civil oferta consistente de vagas 150 150 Cimento Itambé

Redução dos juros básicos, crédito habitacional farto e o programa Minha Casa, Minha Vida devem estimular setor nos próximos meses

Os sinais de recuperação de atividade e, consequentemente, de oferta de empregos com carteira assinada neste início de ano são mais consistentes na construção civil dentre todos os setores da economia brasileira, na avaliação de especialistas em mercado de trabalho.

Fatores como a redução dos juros básicos, o apetite dos bancos por aumentar sua fatia no crédito habitacional e o programa do governo federal Minha Casa, Minha Vida, devem estimular a construção civil nos próximos meses, com reflexos positivos na geração de empregos. “São fatores que dão ânimo às construtoras para investirem e esperarem bom retorno”, afirmou o supervisor do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Sérgio Mendonça.

O professor da USP, José Pastore, disse concordar que o potencial futuro de crescimento da construção civil é “excelente”. “Se os projetos do ‘Minha Casa, Minha Vida’ realmente saírem do papel, esse setor pode até explodir.” Para Pastore, o desenho do programa habitacional é favorável às construtoras porque coloca a Caixa Econômica Federal como intermediária da oferta e da demanda, evitando que as empresas tenham que buscar compradores. “E essa garantia é um grande diferencial”, disse.

Os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, comprovam que a construção civil é um dos setores com recuperação mais rápida na geração de ocupações formais de janeiro a abril deste ano, após o tombo de dezembro do ano passado. No entanto, todas as vagas fechadas no último mês de 2008 ainda não foram recuperadas.

No primeiro quadrimestre de 2009, o setor acumulou um saldo positivo entre demissões e contratações de 43.667 postos de trabalho, um pouco mais da metade que os 82.432 empregos perdidos apenas em dezembro. A indústria de transformação, por outro lado, só fechou vagas de dezembro a março, voltando a abrir apenas 183 empregos formais em abril.

Fonte: O Estado de S. Paulo

Jornalista responsável – Altair Santos MTB 2330 – Tempestade Comunicação

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